Laura Granados — Puerto sin alma letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Puerto sin alma" de Laura Granados.

Letra

Llegué a este lugar donde muere el viento
A tocar la brisa y a oír el silencio.
Fuiste para mí desembarcadero,
Dársenas que ataron mi alma a tus dedos.
Y hoy soy una ola que tu mar perdió
Que rompe en las rocas de tu corazón.

Mi amor se quedó varado en tu puerto
Sobre aguas saladas, mi dulce lamento.
Dejaste encallar mi joven velero
Con tu voz de aire lanzaste un te quiero.
Y hoy soy una ola que tu mar perdió
Que rompe en las rocas de tu corazón.

Deja que el viento vuelva para desatar
Estas amarras que oprimen mi cuerpo,
Deja que un oleaje o que un vendaval
Me vuelquen y me arrastren mar adentro,
Porque no eres tú mi puerto.

Si es mi corazón de madera anclada
Que me despedacen las olas más bravas.
Quiero naufragar, perderme en la nada,
¿Por qué me arribaste a un puerto sin alma?
Y hoy soy una ola que tu mar perdió
Que rompe en las rocas de tu corazón.

Deja que el viento vuelva para desatar
Estas amarras que oprimen mi cuerpo,
Deja que un oleaje o que un vendaval
Me vuelquen y me arrastren...

Deja que el viento vuelva para desatar
Estas amarras que oprimen mi cuerpo,
Deja que un oleaje o que un vendaval
Me vuelquen y me arrastren mar adentro,
Porque no eres tú mi puerto.
No eres mi puerto.
Tú no eres mi puerto...

Tradução da letra

Cheguei a este lugar onde morre o vento A tocar a brisa e a ouvir o silêncio.
Foste para mim para o aterro, para as docas que amarraram a minha alma aos teus dedos.
E hoje sou uma onda que o teu mar perdeu que quebra nas rochas do teu coração.

Meu amor ficou encalhado em seu porto sobre águas salgadas, meu doce lamento.
Deixaste encalhar o meu jovem veleiro com a tua voz de ar atiraste um te amo.
E hoje sou uma onda que o teu mar perdeu que quebra nas rochas do teu coração.

Deixa que o vento volte para desatar Estas amarras que oprimem meu corpo, deixa que uma ondulação ou que um vendaval me derrubem e me arrastem ao mar, Porque não és tu meu porto.

Se é o meu coração de madeira ancorada que me despedaçam as ondas mais bravas.
Quero naufragar, perder-me no nada, Por que me chegaste a um porto sem alma?
E hoje sou uma onda que o teu mar perdeu que quebra nas rochas do teu coração.

Deixa que o vento volte para desatar Estas amarras que oprimem meu corpo, deixa que uma ondulação ou que um vendaval me derrubem e me arrastem...

Deixa que o vento volte para desatar Estas amarras que oprimem meu corpo, deixa que uma ondulação ou que um vendaval me derrubem e me arrastem ao mar, Porque não és tu meu porto.
Não és o meu porto.
Tu não és o meu porto...