Laura Granados — Ni regalao letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ni regalao" de Laura Granados.
Letra
¡Yo sé de quién me quería!
Para culparme del miedo,
Del miedo a su soledad.
Y aunque su soga me ahorcaba,
Su egoismo me asfixiaba,
Yo amaba sin respirar.
También yo sé que me quiso
Otro corazón errante
Que vio conmigo la luz.
Se volvió caudal sin río
a quien amé como a nadie,
perdió su norte y mi sur.
Me quisieron de verdad,
De verdad que me quisieron,
No quiero amor tan sincero,
Y aunque me lo regalasen,
No lo quiero.
Pasiones, palabras, deseos, promesas...
Resulta que yo nunca supe querer.
Fui la mala, la infame,
La infiel, la perversa
Porque a nadie le gusta jugar y perder.
Tantas veces me adoraron
Y tantas me desterraron
Para pedirme perdón. (¡Perdón!)
Pero si me arrepentía
Era yo el que pedía:
"Anda y vaya usted con Dios".
Tantas veces me quisieron,
Como tantas me negaron
Para volverme a querer.
Pero siempre había un motivo
Que dejaba sin sentido
Todo lo que yo entregué.
Me quisieron de verdad,
De verdad que me quisieron,
Pero ese amor verdadero,
Si a mi corazón volviese,
No lo quiero.
Me quisieron de verdad,
Y juran que me quisieron.
No quiero amores sinceros,
Y aunque me lo regalasen,
No, no lo quiero.
Pasiones, palabras, deseos, promesas...
Resulta que yo nunca supe querer.
Fui la mala, la infame,
La infiel la perversa
Porque a nadie le gusta jugar y perder.
Me quisieron de verdad,
De verdad que me quisieron.
Pero ese amor verdadero,
Si a mi corazón volviese,
No lo quiero.
Me quisieron de verdad,
Y hoy juran que me quisieron.
No quiero amores sinceros,
Y aunque me lo regalasen,
No lo quiero.
No, no lo quiero.
¡No!
Aunque me lo den,
Aunque me lo den,
Aunque me lo den regalao...
Tradução da letra
Eu sei de quem me amava!
Para me culpar pelo medo, pelo medo da sua solidão.
E mesmo que sua corda me enforcasse, seu egoismo me sufocava, eu amava sem respirar.
Também eu sei que me amou outro coração errante que viu comigo a luz.
Tornou-se caudal sem RIO a quem amei como a ninguém, perdeu o seu norte e o meu Sul.
Amaram-me de verdade, de verdade que me amaram, não quero amor tão sincero, e mesmo que me oferecessem, não o quero.
Paixões, palavras, desejos, promessas...
Acontece que eu nunca soube querer.
Fui a má, a infame, a infiel, a perversa Porque ninguém gosta de brincar e perder.
Tantas vezes me adoraram e tantas me baniram para me pedir perdão. (Desculpe!) Mas se me arrependia era eu quem pedia: "Vai e vai você com Deus".
Tantas vezes me amaram, como tantas me negaram para voltar a amar-me.
Mas sempre houve um motivo que deixava sem sentido tudo o que eu entreguei.
Amaram-me de verdade, de verdade que me amaram, mas esse amor verdadeiro, se ao meu coração voltasse, não o quero.
Amaram-Me de verdade, e juram que me amaram.
Não quero amores sinceros, e mesmo que me oferecessem, Não, Não quero.
Paixões, palavras, desejos, promessas...
Acontece que eu nunca soube querer.
Fui a má, a infame, a infiel a perversa Porque ninguém gosta de brincar e perder.
Amaram-me mesmo, amaram-me mesmo.
Mas esse amor verdadeiro, se ao meu coração voltasse, não o quero.
Amaram-Me de verdade, e hoje juram que me amaram.
Não quero amores sinceros, e mesmo que mo oferecessem, não o quero.
Não, Não quero.
Não!
Mesmo que me dêem, mesmo que me dêem, mesmo que me dêem um presente...