La Pulqueria — Sheriff Culero letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sheriff Culero" de La Pulqueria.
Letra
La encontré por azar,
donde no van las damas,
era un pueblo de sheriff culero.
Y me vino sin más,
corazón,¿ Por qué no amas
si la sangre no vale más que el dinero?
Y robé por las cantinas
que mañana será ayer,
cada vez que tomo vino
sé que vuelve a aparecer.
De verdad, chavita mía,
de verdad puedo decir
que si no es por tus atajos
aquí nos daban las mil.
Historias de amor y arrabal.
Memorias que terminan mal.
Y allá mira la ingrata,
con carita de gata
y el corazón de perro.
Mejor plantado que sin ti,
o el recuerdo me mata
ya no sufro cuando quiero.
¿Qué es lo que llevo en el pecho?
no lo siento palpitar,
¡Ay, hermano, lo que has hecho!
No es cobarde perdonar.
Con penas se llega al penal.
¿Qué historias voy a poder contar?
Historias de amor y arrabal.
¿Qué historias voy a poder contar?
Memorias que terminan mal.
Nada es porque sí,
y esta vez vendrás a mí
àra recordar que solamente soy nadie más.
Historias de amor y arrabal.
Memorias que terminan mal,
tan mal.
(Gracias a Pulkera por esta letra)
Tradução da letra
Encontrei a por acaso,
onde as senhoras não vão,
era uma cidade de xerife culero.
E veio sem mais nem menos,
querida, porque não amas
se o sangue não vale mais do que o dinheiro?
E roubei pelas cantinas
que amanhã será ontem,
sempre que bebo vinho
sei que volta a aparecer.
A sério, Minha menina,
posso mesmo dizer
se não é pelos teus atalhos
aqui nos davam as mil.
Histórias de amor e arrabal.
Memórias que acabam mal.
E ali olha a ingrata,
com carinha de gata
e o coração de cão.
Melhor plantado do que sem você,
ou a memória mata me
já não sofro quando quero.
O que é que tenho no peito?
não sinto muito palpitar,
Oh, irmão, o que você fez!
Não é covarde perdoar.
Com penas chega-se ao penal.
Que histórias posso contar?
Histórias de amor e arrabal.
Que histórias posso contar?
Memórias que acabam mal.
Nada é porque sim,
e desta vez vens ter comigo
lembre-se que eu sou apenas mais ninguém.
Histórias de amor e arrabal.
Memórias que terminam mal,
tão mal.
(Graças a Pulkera por esta letra)