La Pegatina — Alosque letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Alosque" de La Pegatina.

Letra

Nadie te habrá contado
Que a veces vivo inundado
En decisiones tan vivas
Que beben del ver venir
Si a veces me disconformo
Y parezco vuestro invitado
Nadie os habrá contado
Nada bueno de mi Los que luchan sin gritar
Y a los que se juegan la vida
Y a los que creen que naufragar
Es cosa de cuatro días
Y a los que beben pa olvidar
Y a los que buscan compañía
Y a los que saben sin pensar
Y a los que se van a dormir
Sin pedir perdón
Le daría al corazón
Nadie te habrá contado
Que a veces vivo inundado
En decisiones tan vivas
Que beben del ver venir
Si a veces me disconformo
Y parezco vuestro invitado
Nadie os habrá contado
Nada bueno de mí
Jugando con fuego
Al menos no te ahogas
Bebiendo las gotas de otras copas
Que nunca te acabarás
Que nunca te acabarás
Si fuera como me has contado
Me quedaré aquí a tu lado
Para saber que es lo que ves
Para saber que es lo que ves
En esperar una moneda
En navegar cuando hay tormenta
En abrigarte con matices
Las cadencias que aun te quedan
A los que luchan sin gritar
A los que se juegan la vida
A los que creen que naufragar
Es cosa de cuatro días
A los que beben para olvidar
A los que buscan compana
A los que saben sin pensar
A los que se van a dormir
Sin pedir perdón
Vengo con la intención
De robarte la atención
De provocarte un sentimiento
Vengo con chispa para dos
Imagìnate si yo No creyera en este invento
Llaves qué llaves llevo
Para abrir solo una puerta
Llaves qué llaves llevo
Estoy otra vez en tu cabeza
Llaves qué llaves llevo
Para curar todas las miseries
Todas las miseries
A los que luchan sin gritar
A los que se juegan la vida
A los que creen que naufragar
Es cosa de cuatro dìas
A los que beben para olvidar
A los que buscan compañía
A los que saben sin pensar
A los que se van a dormir
Sin pedir perdón
Como daba los besos tan lentos mas le duraban los amores (x7)
Los amores

Tradução da letra

Ninguém te contou
Que às vezes eu vivo inundado
Em decisões tão vivas
Que bebem Do ver vir
Sim às vezes discordo
E pareço o vosso convidado
Ninguém vos contou
Nada de bom de mim aqueles que lutam sem gritar
E aqueles que jogam a vida
E aqueles que acreditam que naufragar
São quatro dias
E aqueles que bebem Pa esquecer
E os que procuram companhia
E aqueles que sabem sem pensar
E aqueles que vão dormir
Sem pedir perdão
Daria ao coração
Ninguém te contou
Que às vezes eu vivo inundado
Em decisões tão vivas
Que bebem Do ver vir
Sim às vezes discordo
E pareço o vosso convidado
Ninguém vos contou
Nada de bom em mim
Jogando com fogo
Pelo menos não te afoges
Bebendo as gotas de outros copos
Que nunca acabarás
Que nunca acabarás
Se fosse como me disseste
Vou ficar aqui ao teu lado
Para saber o que vês
Para saber o que vês
Em esperar uma moeda
Em navegar quando há tempestade
Em se aquecer com nuances
As cadências que ainda te restam
Para aqueles que lutam sem gritar
Aqueles que jogam a vida
Aqueles que acreditam que naufragar
São quatro dias
Aqueles que bebem para esquecer
Aqueles que procuram compana
Aqueles que sabem sem pensar
Aqueles que vão dormir
Sem pedir perdão
Vim com a intenção
De te roubar a atenção
De te provocar um sentimento
Venho com faísca para dois
Imagina Se Eu não acreditasse nesta invenção
Chaves que Chaves eu carrego
Para abrir apenas uma porta
Chaves que Chaves eu carrego
Estou outra vez na tua cabeça
Chaves que Chaves eu carrego
Para curar todas as miseries
Todas as miseries
Para aqueles que lutam sem gritar
Aqueles que jogam a vida
Aqueles que acreditam que naufragar
São quatro dias
Aqueles que bebem para esquecer
Aqueles que procuram companhia
Aqueles que sabem sem pensar
Aqueles que vão dormir
Sem pedir perdão
Como dava os beijos tão lentos mas duravam os amores (x7)
Os amores