La Oreja de Van Gogh — Muñeca de Trapo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Muñeca de Trapo" de La Oreja de Van Gogh.
Letra
Como esos cuadros que aún están por colgar,
Como el mantel de la cena de ayer,
Siempre esperando que te diga algo más,
Y mis sentidas palabras no quieren volar.
Lo nunca dicho se disuelve en un té,
Como el infiel dice nunca lo haré.
Siento que estoy en una cárcel de amor,
Me olvidarás si no firmo mi declaración.
Me abrazaría al diablo sin dudar
Por ver tu cara al escucharme hablar.
Eres todo lo que más quiero,
Pero te pierdo en mis silencios.
Mis ojos son dos cruces negras
Que no han hablado nunca claro.
Mi corazón lleno de pena,
Y yo una muñeca de trapo.
Cada silencio es una nube que va,
Detrás de mí sin parar de llorar.
Quiero contarte lo que siento por ti,
Y que me escuche hablar la luna de enero
Mirándote a ti.
Me abrazaría al diablo sin dudar
Por ver tu cara al escucharme hablar.
Eres todo lo que más quiero,
Pero te pierdo en mis silencios.
Mis ojos son dos cruces negras,
Que no han hablado nunca claro.
Mi corazón lleno de pena,
Y yo una muñeca de trapo.
No tengo miedo al fuego eterno,
Tampoco a sus cuentos amargos.
Pero el silencio es algo frío,
Y mis inviernos son muy largos.
Y a tu regreso estaré lejos,
Entre los versos de algún tango,
Porque este corazón sincero,
Murió en su muñeca de trapo.
Tradução da letra
Como aqueles quadros que ainda estão para pendurar,
Como a toalha de mesa do jantar de ontem,
Sempre à espera que te diga outra coisa,
E as minhas sentidas palavras não querem voar.
O que nunca foi dito se dissolve em um chá,
Como o infiel diz nunca o farei.
Sinto que estou numa prisão de amor,
Vais esquecer-me se não assinar o meu depoimento.
Abraçava me ao diabo sem hesitar
Por ver a tua cara ao ouvir-me falar.
És tudo o que mais quero,
Mas perco - te nos meus silêncios.
Meus olhos são duas cruzes pretas
Que nunca falaram claro.
Meu coração cheio de tristeza,
E eu uma boneca de pano.
Cada silêncio é uma nuvem que vai,
Atrás de mim, sem parar de chorar.
Quero dizer te o que sinto por ti,
E que me ouça falar a lua de Janeiro
A olhar para ti.
Abraçava me ao diabo sem hesitar
Por ver a tua cara ao ouvir-me falar.
És tudo o que mais quero,
Mas perco - te nos meus silêncios.
Meus olhos são duas cruzes pretas,
Que nunca falaram claro.
Meu coração cheio de tristeza,
E eu uma boneca de pano.
Não tenho medo do fogo eterno,
Nem aos seus contos amargos.
Mas o silêncio é um pouco frio,
E meus invernos são muito longos.
E quando voltares estarei longe,
Entre os versos de algum tango,
Porque este coração sincero,
Morreu na boneca de pano.