La Differenza — Ogni Volta letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ogni Volta" de La Differenza.
Letra
Ogni volta che dirai
e ogni volta che vorrai
e anche quando non lo sai
ogni volta sarò li anche se non mi vedrai
perchè in fondo non ho smesso mai
di parlare un po' di noi
di pensare che se poi
avessi fatto un po' di più
forse tu saresti qui
a toccarmi e stringermi
a dare un senso a questi giorni
neri come nero è il fondo
e adesso che lo sto toccando scusami
se vuoi salvami
ma non odiarmi
anche se non vuoi parlarmi più
anche quando troverai
nei tuoi occhi un po' di noi
forse tu ripenserai
a quei gesti piccoli
anche quelli stupidi
per dare un senso ai nostri giorni
neri come nero è il fondo
e adesso che lo sto toccando scusami
se vuoi salvami
ma non odiarmi
anche se non vuoi parlarmi più
cosa ne rimane delle notti senza fine
delle corse in autostrada dell’amore in ascensore
delle birre riscaldate tra le cosce tue sudate
dei campari dei mohiti delle liti sui cuscini
dei discorsi interminabili finchè spuntava il sole
dell’amore sulla spiaggia della corsa con quel cane
degli sguardi di complicità e di tutte le canzoni
e adesso cosa mi rimane
dimmi cosa mi rimane
ogni volta che dirai
e ogni volta che vorrai
e anche quando non lo sai
ogni volta sarò li anche se non mi vedrai
perchè in fondo io di amarti no non smetto mai
(Grazie a erotavlas per questo testo)
Tradução da letra
Sempre que dizes
e quando quiseres
e mesmo quando não sabes
sempre que lá estiver, mesmo que não me vejas.
porque depois de tudo eu nunca parei
para falar um pouco sobre nós
pensar que se
Quem me dera ter feito um pouco mais
talvez estivesses aqui.
touch and hold me
para dar sentido aos dias de hoje
preto como preto é o fundo
e agora que lhe estou a tocar, com licença.
se me queres salvar
mas não me odeies
mesmo que não queiras falar mais comigo.
mesmo quando se encontra
nos teus olhos um pouco de nós
talvez reconsidere.
a esses pequenos gestos
até os estúpidos.
para dar sentido aos nossos dias
preto como preto é o fundo
e agora que lhe estou a tocar, com licença.
se me queres salvar
mas não me odeies
mesmo que não queiras falar mais comigo.
o que resta das noites sem fim
corrida na estrada do amor no elevador
cervejas quentes entre as tuas coxas suadas
do Campari do mohiti das brigas nas almofadas
conversa interminável até o sol nascer
de amor na praia de correr com aquele cão
dos olhares de cumplicidade e de todas as canções
e agora o que me resta
diz - me o que me resta
sempre que dizes
e quando quiseres
e mesmo quando não sabes
sempre que lá estiver, mesmo que não me vejas.
porque no fundo eu amo - te não eu nunca paro
(Agradecimentos a erotavlas por este texto)