La Chicana — Juguete Rabioso letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Juguete Rabioso" de La Chicana.
Letra
Veterano del insomnio
Soy un viejo prematuro
Se me cansan las palabras
No es una forma de hablar
Tengo una viola italiana
Cuando hay hambre no hay pan duro
El Mario me la endereza
Pero se vuelve a doblar
Para garpar el casorio
Y el anillo vendí el coche
Inocente adolescente
Rematé mi libertad
Soy un yonqui de la tele
Sin volumen a la noche
Como pa no molestarla
Aunque ella ya no está
Loca, no me exilies de tu boca
Por la culpa que te toca
Mencioname una vez más
Típico de mí que vivo en pena
Se me da una mano buena
Y la tengo que arruinar
Vos te esmeraste conmigo
A mi vieja le dijiste que me ibas a domar
Mi revolución era apariencia
Me perdiste la paciencia cuando estaba por flaquear
Fui tu juguete rabioso
Fui tu mito encadenado
Me tomaste de amuleto
Un flaco para tu cruz
Me amigué con tu retrato
Cuántas veces lo he besado
Y lo abrazo preocupado
Cuando se corta la luz
En mi guitarra atorranta
Hay un tango agazapado
Percanta que me amuraste
No te puedo ni cantar
No me sale más lirismo
Tengo un verso atragantado
Donde te mando a la mierda
Después vuelvo a suplicar…
Tradução da letra
Veterano da insônia
Sou um velho prematuro
Estou farto de palavras
Não é uma maneira de falar
Tenho uma viola italiana
Quando há fome, não há pão duro
O Mario endireita a
Mas volta a dobrar
Para garpar o casório
E o anel vendi o carro
Inocente adolescente
Acabei com a minha liberdade
Sou um drogado da televisão
Sem volume à noite
Como pa não incomodá la
Embora ela já não esteja
Louca, não me exilies da tua boca
A culpa é tua
Fale mais uma vez
Típico de mim que vivo em tristeza
Dá me uma boa mão
E tenho de a estragar
Tu é que te esforçaste comigo
Disseste à minha velhota que me ias domar
Minha revolução era aparência
Perdeste a paciência quando estava prestes a falhar
Fui o teu brinquedo raivoso
Fui o teu mito acorrentado
Tiraste me do amuleto
Um magrinho para a tua cruz
Eu me juntei com o seu retrato
Quantas vezes o beijei
E abraço O preocupado
Quando a luz é cortada
Na minha guitarra atorranta
Há um tango agachado
Percebe que me amuraste
Nem te posso cantar
Não tenho mais lirismo
Tenho um verso engasgado
Onde te mando à merda
Depois volto a implorar…