La Cabra Mecanica — ¡Ay! Poetas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "¡Ay! Poetas" de La Cabra Mecanica.

Letra

Todo el mundo dice que la gente de color negro
Tiene un innato talento natural
Pa’l deporte, pa’l cante, pa’l baile, pa' to' eso
Y un superlativo y envidiable calibre de sexo
Todo el mundo dice que los Chinos
Pillan al gato y al abuelito y los hacen picadillo
'Pa' mÃ(c)telo', en los rollitos, ay canalla
Manda cojones con la china milenaria
Todo el mundo dice que el duende es de los gitanos
Que los metes en el piso de realojo
Y te arrancan tuberías, lavabos, hay un burro en el octavo
¿Gitanos buenos? Como en to' haberlos halos
Todas las mujeres dicen que todos los hombres son iguales
Todo hombre dice de ese misterio que es la mujer
Insondable, homo, hetero, bi-tri, ni contigo ni sin ti
Tienen mis males remedio
Y yo que aspiraba a Johnny Weismuller
Soy el chiste de los socorristas
Y yo que aspiraba a Maradona
Acabé en la cocaína leré y disen
Ay, poetas de la calle
Ay, poesía en movimiento
Hay poetas que se bajan la bragueta
Hay, hay, hay, hay, hay, hay, ay poetas
Lo mismo que hubo flores hubo capullos
Que quisieron mellar mi sonrisa
Con sus verdades como puños
Y ni por esas, lo flipas, sonrió, me parto el culo
Mi felicidad no es la culpable de tus males chulo
Si mis sueños no te dejan dormir
Cuenta ovejas, no me rayes
Eso ahora, porque antes
Me llego a doler tanto que intente suicidarme
Ahogando mis carnes morenas en Coca Cola
Tomándome una aspirina con Bayleis
Y quise bajar al infierno tocando
El 'Stairway To Heaven' al revÃ(c)s
Nada es como lo ves
Y si lo ves no lo crees
Veo, veo, qué ves
Todo el mundo sabe
Y yo que apiraba a Mariano José de Larra
Acabé en Mariñas
Y yo que apiraba a Joan Manuel Serrat
Te lo canto por rumbitas leré y disen
Ay, poetas de la calle
Ay, poesía en movimiento
Hay poetas que se bajan la bragueta
Hay, hay, hay, hay, hay, hay, ay poetas

Tradução da letra

Todo mundo diz que as pessoas de cor preta
Tem um talento natural inato
Pa'l esporte, pa'l cante, pa'l dança, pa ' to ' isso
E um calibre superlativo e invejável de sexo
Todos dizem que os chineses
Apanham o gato e o avozinho e fazem nos picadillo
'Pa' mÃ(c)telo', nos rolinhos, ay canalla
Manda cojones com a China milenar
Toda a gente diz que o elfo é dos ciganos
Que os metes no chão do realojo
E arrancam-te canos, lavatórios, há um burro no oitavo
Ciganos bons? Como em to ' haber los halos
Todas as mulheres dizem que todos os homens são iguais
Todo homem diz desse mistério que é a mulher
Insondável, homo, hetero, bi-tri, nem contigo nem sem ti
Têm os meus males
E eu que aspirava ao Johnny Weismuller
Sou a piada dos socorristas
E eu que aspirava a Maradona
Eu sou o dono da casa de banho.
Poetas da rua
PoesÃa em movimento
Há poetas que baixam a braguilha
Há, há, há, há, há, há, ai poetas
O mesmo que havia flores havia botões florais
Que quiseram cortar o meu sorriso
Com suas verdades como pudins
E nem por isso, o que te chateia, sorri, parto-me o cu
A minha felicidade não é a culpada dos teus males chulo
Se os meus sonhos não te deixarem dormir
Conta ovelhas, não me arranhes
Isso agora, porque antes
Fico tão magoada que me tente matar
Afogando minhas carnes morenas em Coca Cola
Tome uma aspirina com Bayeis
E eu queria ir para o inferno tocando
O 'Stairway To Heaven' al revÃ(c)s
Nada é como você vê
E se o vires não acreditas
Vejo, vejo, o que vês
Toda a gente sabe
E eu que apirrava a Mariano Josà © de Larra
Acabou em marñas
E eu que apirrava a Joan Manuel Serrat
Eu canto para você por rumbitas ler e desenhar
Poetas da rua
PoesÃa em movimento
Há poetas que baixam a braguilha
Há, há, há, há, há, há, ai poetas