La Adictiva Banda San José de Mesillas — Soy de Durango letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Soy de Durango" de La Adictiva Banda San José de Mesillas.

Letra

Y de aquel enemigo que quiso matarme,
No más los recuerdos, que dios me los guarde,
Yo soy de Durango, no más te recuerdo mi nombre y mi rancho,
De la vieja escuela y de los elementos de Joaquín Loera,
Un tiempo en la sierra barrancos, veredas, las armas de guerra,
Yo vivo y atiendo de lleno a la empresa.
Y que corra el agua, que no se detenga,
Se junta de todo, ahorita hay problemas,
Y yo ando tranquilo,
Y que no me falte nunca el cigarrillo,
Cuido mi pistola,
Pa los que se quieran pasar con la bola,
Camino derecho en el negocio chueco,
Y al que no se aplique, que venga conmigo yo aquí lo enderezo.
Y Cayenne blindada, súper diamantada,
Seguido me miran por Guadalajara,
No son vacaciones,
Tengo que cuidarme de los tiburones,
Soy buen elemento,
Y yo checo la plaza, no me ando con cuentos,
Miro otros colores, dinero y acciones, más preocupaciones,
Y tengo que ajustarle, alisten los cajones.
¿Y qué si amanece en mi casa una banda?,
Si tomo tres noches y el trago no acaba,
No trabajo ondeado, y me suena a peligro si ando atravesado,
Prefiero andar sano, y así yo calculo mis pasos marcados,
El tiempo ha pasado, aquí todo ha cambiado, ya estoy enredado,
Y venga lo que venga aquí sigo parado.

Tradução da letra

E daquele inimigo que me quis matar,
Chega de memórias, que Deus as guarde,
Eu sou de Durango, não mais te lembro meu nome e meu rancho,
Da velha escola e dos elementos de Joaquín Loera,
Um tempo na Serra ravinas, veredas, armas de guerra,
Eu vivo e atendo a empresa.
E deixe a água correr, não pare,
Junta-se a tudo, agora há problemas,
E eu ando calmo,
E nunca me falte o cigarro,
Eu Cuido da minha arma,
Pa aqueles que querem passar com a bola,
Caminho certo no negócio chueco,
E a quem não se aplica, que venha comigo eu o endireito.
E Cayenne blindada, super diamantada,
Em seguida eles olham para mim por Guadalajara,
Não são férias,
Tenho de cuidar dos tubarões,
Sou um bom elemento,
E eu Tcheco a Praça, não ando com histórias,
Eu olho para outras cores, dinheiro e ações, mais preocupações,
E tenho de O ajustar, Arrumem as gavetas.
E se amanhecer em minha casa uma banda?,
Se eu beber três noites e a bebida não acabar,
Eu não trabalho ondulado, e parece-me perigoso se eu passar por isso,
Eu prefiro andar saudável, e assim eu calculo meus passos marcados,
O tempo passou, aqui tudo mudou, Já estou enredado,
E o que quer que venha aqui, ainda estou de pé.