Kyng — Down On Me letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Down On Me" de Kyng.
Letra
I don’t need nothing that I can depend upon
You can sin with the sinner when now it’s time to pay our dues.
A taste in your mouth, everything so sour now
Tell the sleep, little heathens, so charming weaving with the hands
Down on me again
It’s down on e again!
So rode to the? that you’ve been the victim here
Pull back from the daemons I see the shadows disappear!
The taste in your mouth, everything is so bitter now!
Tell the sleep, little heathens, so charming weaving with the hands
Down on me again!
Is down on me again!
Lost in? you’re falling for me Sleep your daemon; we’re all set out here!
? these scars will never heal,
I can’t save you, he won’t stop me from evil in disguise
Lost in? you’re falling for me Sleeping daemons we‘re all set at here!
I don’t need nothing that I can depend upon
You can sin with the sinner when now it’s time to pay our dues.
A taste in your mouth, everything so sour now
Tell the sleep, little heathens, so charming weaving with the hands
Tradução da letra
Não preciso de nada de que possa depender
Você pode pecar com o pecador quando agora é hora de pagar nossas dívidas.
Um gosto na tua boca, tudo tão azedo agora
Diz ao sono, pequenos pagãos, tão charmosos tecendo com as mãos
Em cima de mim outra vez
Está no e outra vez!
Então cavalgou para o ... que foi a vítima aqui.
Afasta-te dos demónios. vejo as sombras a desaparecer.
O gosto na tua boca, está tudo tão amargo agora!
Diz ao sono, pequenos pagãos, tão charmosos tecendo com as mãos
Outra vez em cima de mim!
Está em cima de mim outra vez!
Perdido? estás a apaixonar-te por mim dorme o teu demónio, estamos todos aqui!
? estas cicatrizes nunca irão sarar.,
Não te posso salvar, ele não me vai impedir do mal disfarçado.
Perdido? estás a apaixonar-te por mim, demónios adormecidos.
Não preciso de nada de que possa depender
Você pode pecar com o pecador quando agora é hora de pagar nossas dívidas.
Um gosto na tua boca, tudo tão azedo agora
Diz ao sono, pequenos pagãos, tão charmosos tecendo com as mãos