Krista Detor — A Hundred Years More letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A Hundred Years More" de Krista Detor.

Letra

There are things I’d do that I never did
With a hundred years more
And my worries gone -and my worries gone
In a great big boat -with a steamer trunk -sail the world
There are books I’d write that I’ve thought aloud
With a hundred years more
And a fountain pen -and a fountain pen
And my worries gone -all my worries gone, write ‘em down
I try not to think on it, way time is moving on
'Cause when the cows come home it’ll still be gone
It’ll still be gone
There are girls I missed that I woulda kissed
With a hundred years more
And a garden of roses -and a garden of roses
For the girls I’d kissed -if I could
The crows on the wire -they disagree
They all laugh at me -Laugh at me -Laugh at me Calling fool, fool, fool
Always something new making yesterday
Like a hundred years gone
Something gone away, gone away -something I want back
My cherry blossom days and sultry nights -my cherry wine nights
Someone said to me life is never fair
And a hundred years more
Wouldn’t change a thing -Love's a funny thing
Drags you by the hair in the end -scratched up and restless
And a hundred years from what I can see
Fast and furious -it‘d fly like Mercury … fly like Mercury

Tradução da letra

Há coisas que eu faria que nunca fiz
Com mais cem anos
E as minhas preocupações desapareceram
Num grande barco-com um baú a vapor-navegar pelo mundo
Há livros que eu escreveria que pensei em voz alta
Com mais cem anos
E uma caneta de tinta permanente e uma caneta de tinta permanente
E as minhas preocupações foram-se todas as minhas preocupações foram-se, escreve-as
Tento não pensar nisso, como o tempo está a passar
Porque quando as vacas voltarem para casa, ainda terá desaparecido .
Ainda se vai embora.
Há raparigas que eu sentia falta que eu teria beijado
Com mais cem anos
E um jardim de rosas e um jardim de rosas
Pelas raparigas que beijei, se pudesse.
Os corvos na escuta-eles discordam
Todos se riem de mim, riem de mim, riem-se de mim a chamar Tolo, tolo, tolo
Sempre algo novo a fazer ontem
Tipo cem anos passados
Algo desapareceu, desapareceu, algo que eu quero de volta.
Os meus dias de flor de cerejeira e noites amuadas as minhas noites de vinho de cereja
Alguém me disse que a vida nunca é justa.
E cem anos mais
Não mudaria nada. O amor é uma coisa engraçada.
Arrasta-te pelo cabelo no fim-arranhado e inquieto
E cem anos do que vejo
Rápido e furioso-voaria como mercúrio ... voaria como mercúrio