Krisiun — Violentia Gladiatore letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Violentia Gladiatore" de Krisiun.
Letra
Beneath the skies of oppression — Over the sands of execution
A vile construction is built — to recreate the ecstasy of the killing fields
Gladiatorial brutality engaged — Slaves to be hunted off the cage
Butchery celebrates a holiday — Killing and carnage for entertain
Bastards and whores whipped as devoured spectacles of horror
In a furious feast, slaves and thieves are fed to the beasts
Mourning of doom and cruelty omnipotent tyranny
Blood lusting crowed cheering for the slaves' agony
Into the vortex of unmerciful mutilations
Initiate the black mass of condemnation
Screams of the tortured, echoing on thru the abattoir
Bodies impaled in iron stakes, spectacles of horror
Crowed arena praising the beasts in a massive roar
Beneath the skies of oppression — Over the sands of execution
A vile construction is built — to recreate the ecstasy of the killing fields
Devourment upon the sands of conceived legal pain
Open the gates of the lion’s den
Lacerated bodies scattered under the rain hunger lions devouring fury unchained
Warlords clash in a maelstrom of swords and shields
Vultures behold, slaughter unfolds, bloody stories to be told
Devourment upon the sands of conceived legal pain
Open the gates of the lion’s den
Tradução da letra
Sob os céus da opressão sobre as areias da execução
Uma construção vil é construída-para recriar o êxtase dos campos de matança
Brutalidade Gladiadora comprometida escravos a serem caçados da jaula
Carnificina celebra um feriado-matança e carnificina para entreter
Bastardos e putas chicoteadas como óculos de horror devorados
Num banquete furioso, escravos e ladrões são alimentados aos animais.
Luto pela perdição e crueldade a tirania omnipotente
Cobiça sangue a torcer pela agonia dos escravos
No vórtice das mutilações impiedosas
Iniciar a massa negra de condenação
Gritos dos torturados, ecoando através do matadouro
Corpos empalados em estacas de ferro, óculos de horror
Arena cantada a louvar as bestas num rugido enorme
Sob os céus da opressão sobre as areias da execução
Uma construção vil é construída-para recriar o êxtase dos campos de matança
Devorar as areias da dor legal concebida
Abram os portões do covil do leão
Corpos lacerados espalhados sob a chuva leões famintos devorando Fúria sem correntes
Os senhores da guerra colidem num turbilhão de espadas e escudos.
Abutres contemplam, o massacre desenrola-se, histórias sangrentas a serem contadas
Devorar as areias da dor legal concebida
Abram os portões do covil do leão