Klimt 1918 — All Summer Long letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "All Summer Long" de Klimt 1918.
Letra
We waited for the dawn.
You showed me understanding it was not a dream.
So close, you make me blind.
how beautiful you were.
I must have been asleep all summer long.
You found myself alone.
Sorry could I take you in my arms for another time.
Where the road turned so dark
where we kissed for the first time.
Show me how you love me apart, far away
You will have to leave.
I’ll tell your ghost to let me be when the fall will come.
Where the road turned so dark
where my heart still beats unstuck
where the dreams disappear.
I hope to live to tell my love.
I want to take you home.
Don’t think it’s too late?
I’ll keep on holding you.
You spoke under trees again.
In a little red car, outside.
And I’m here I still hesitate.
I’ve lived and been disbelieved.
And now you come to me and you make me blind
I just succumb for the summer time, again.
Sorry, could I take you in my arms for another time.
I want to be asleep all summer long
I want to prove that I’m doing wrong for you.
You spoke under trees, in a little red car.
I can remember when you were so close to me.
Every nerve that hurts you healed
every kiss I gave you cried.
I am trying to forget what should not die in vain.
My hands have been tied for a long time.
I want to take you home.
It’s not too late.
I keep on holding you.
Tradução da letra
Esperámos pelo amanhecer.
Mostraste-me que não era um sonho.
Tão perto que me deixas cego.
como eras bonita.
Devo ter estado a dormir o verão todo.
Encontraste-me sozinha.
Desculpa se te podia levar nos meus braços para outra altura.
Onde a estrada ficou tão escura
onde nos beijámos pela primeira vez.
Mostra - me como me amas distante
Vai ter de sair.
Vou dizer ao teu fantasma para me deixar em paz quando a queda chegar.
Onde a estrada ficou tão escura
onde o meu coração ainda bate sem parar
onde os sonhos desaparecem.
Espero viver para contar ao meu amor.
Quero levar-te para casa.
Não achas que é tarde demais?
Vou continuar a segurar-te.
Voltaste a falar debaixo das árvores.
Num pequeno carro vermelho, lá fora.
E estou aqui, ainda hesito.
Vivi e fui descrente.
E agora vens ter comigo e deixas-me cego
Sucumbi pela hora de Verão, outra vez.
Desculpa, posso levar-te nos meus braços para outra altura?
Quero dormir o verão todo.
Quero provar que estou a fazer mal por ti.
Falou debaixo das árvores, num pequeno carro vermelho.
Lembro-me de quando estavas tão perto de mim.
Todos os nervos que te magoam curam-se.
cada beijo que te dei chorou.
Estou a tentar esquecer o que não deve morrer em vão.
Tenho as mãos atadas há muito tempo.
Quero levar-te para casa.
Não é tarde demais.
Continuo a segurar-te.