Kinto Sol — No Te Puedo Ver letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "No Te Puedo Ver" de Kinto Sol.

Letra

Quiciera verte como te extraño y no… te puedo ver, no te puedo ver te e biscado pero es en vano
Y no… te puedo ver, no ye puedo ver
Amorcito corazon yo fui tu pedro infante
Tu mi maria felix fuimos dos amantes
Esta angusti es la que me mata
Que suerte la mia no seas tan ingrata
Abrance que bengo herido
Por una palomita que no volvera al nido
He sufrido ella no sea despedido
Y ahora le echo la culpa a cupido
Por mas que me duela no hay marcha atras
No volverte a ver nunca jamas
En la oscuridad fuistes la luz de mi vida
De mi paraizo la fruta prohibida
Lamento tanto llanto tanto te hise sufrir
Mis engaños se volvieron carma
Yo siempre te amare hasta la tumba del alma…
Quiciera verte como te extraño y no… te puedo ver, no te puedo ver te e biscado pero es en vano
Y no… Y no te puedo ver, no te puedo ver
Perdido asta su azteca sin su verdadero sol
Estoy como una abeja que no tiene ya su flor
El ultimo suspiro de este corazon herido
Perdon por las traiciones estaba confundido
He perdido tu confianza ruego por otra chanza
Mi mundo derumbado y solo tu lo levantas
Del vicio estaba prisionero
Se que te falle pero ahora soy sincero
Yo muero sin tu amor no asimilo tu adios
Fria esta mi alma necesita tu calor
Espero que me escuches se que no quieres verme
Ojala que algun dia puedas comprenderme
Inseguro estaba yo inmaduro
Pero yo a ti te amo eso tenlo por seguro
Espero tu herida yo la sane en un futuro
El perder yo tu amor a como me pudo
Quiciera verte como te extraño y no… te puedo ver, no te puedo ver te e biscado pero es en vano
Y no… Y no te puedo ver, no te puedo ver

Tradução da letra

Quero ver-te como sinto a tua falta e não ver Posso ver - te, não posso ver-te mordido mas é em vão
E não consigo ver-te, não consigo ver
Querido coração eu fui teu pedro infante
Tu minha maria felix fomos dois amantes
Esta angusti é a que me mata
Que sorte a minha não sejas ingrata
Abrance que bengo ferido
Por uma pombinha que não vai voltar para o ninho
Eu sofri ela não seja demitido
E agora culpo o cupido
Por mais que me doa, não há marcha atrás
Nunca mais te ver
Na escuridão foste a luz da minha vida
De mim paraizo o fruto proibido
Lamento tanto chorar tanto te hise sofrer
Os meus enganos tornaram se carma
Eu sempre te amarei até o túmulo da alma…
Quero ver-te como sinto a tua falta e não ver Posso ver - te, não posso ver-te mordido mas é em vão
E não ver e não consigo ver-te, não consigo ver-te
Perdeu asta seu asteca sem o seu verdadeiro sol
Sou como uma abelha que já não tem a sua flor
O último suspiro deste coração ferido
Desculpe pelas traições estava confuso
Perdi a tua confiança rezo por mais uma palavrinha
O meu mundo derumbado e só tu o levantas
Do vício estava prisioneiro
Eu sei que falhei mas agora estou a ser sincero
Eu morro sem teu amor não assimilo teu adeus
A minha alma precisa do teu calor
Espero que me ouças sei que não me queres ver
Quem me dera que um dia me entendesses
Inseguro eu estava imaturo
Mas eu amo te isso tem a certeza
Espero que a tua ferida eu a cure no futuro
Perder eu o teu amor como pôde
Quero ver-te como sinto a tua falta e não ver Posso ver - te, não posso ver-te mordido mas é em vão
E não ver e não consigo ver-te, não consigo ver-te