Kill Your Idols — What Doesn't Kill Me letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "What Doesn't Kill Me" de Kill Your Idols.

Letra

Some nights I’d cry myself to sleep
When teenage life was fast and cheap
And suicidal thoughts ran deep, alone and in the dark…
But it’s nowhere I ain’t been before
I’ve tasted high school hallway floors
My face met many locker doors, I really left my mark…
Feeling bitter, uninspired
I lacked necessities required
Fall short of every goal aspired, be still my pounding fists…
Beating at concrete frustration
Your endless pressing expectations
Transform into my motivation, you push and I’ll resist!
And what doesn’t kill me- Fuels my burning soul!
I’ll consume your hate, and establish my control!
Like the gull, I’ll take what’s left behind
And your contempt; I’ll make it mine
Parasitic by my own design. Just gimme all you got.
Against a wall of circumstance
I’ll sit out this pathetic dance
I won’t accept your olive branch, I’d rather let it rot…
I’m grateful for each stinging fist
Each razor waiting for my wrist
You give the blade a special twist, so nice of you to care…
Though I’m turning what you left, to right
I still cry alone at night
But I think it’s gonna be alright, 'cause I’m still breathing air
And what doesn’t kill me — Fuels my burning Soul!
I’ll consume your hate- And establish my control!

Tradução da letra

Algumas noites chorava até adormecer
Quando a vida adolescente era rápida e barata
E pensamentos suicidas corriam profundamente, sozinhos e no escuro…
Mas não há lugar onde não tenha estado antes
Já provei o chão do corredor do Liceu.
A minha cara encontrou muitas portas dos cacifos, deixei mesmo a minha marca. …
Sentindo-se amargo, sem inspiração
Eu não tinha necessidades necessárias.
Fica longe de todos os objectivos almejados, fica quieto com os meus punhos…
Bater na frustração concreta
As tuas expectativas pressionantes intermináveis
Transformem-se na minha motivação, empurrem e eu resistirei!
E o que não me mata, alimenta a minha alma ardente!
Vou consumir o teu ódio e estabelecer o meu controlo!
Como a gaivota, vou levar o que ficou para trás.
E o teu desprezo, farei com que seja meu.
Parasita, segundo o meu próprio desígnio. Dá-me tudo o que tens.
Contra uma parede de circunstâncias
Vou ficar fora desta dança patética.
Não aceito o teu ramo de Oliveira, prefiro deixá-lo apodrecer.…
Estou grato por cada punho ardente.
Cada lâmina à espera do meu pulso
Dás à lâmina uma reviravolta especial, é tão simpático da tua parte preocupares-te.…
Embora esteja a virar o que deixaste para a direita
Ainda choro sozinha à noite
Mas acho que vai ficar tudo bem, porque ainda estou a respirar ar.
E o que não me mata, alimenta a minha alma ardente!
Vou consumir o teu ódio e estabelecer o meu controlo!