Kiko — Yo Me Pierdo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Yo Me Pierdo" de Kiko.

Letra

Siento que la vida no perdona,
que se me pasan los años,
y no encuentro la salida.
Siento que mis ganas de quererte siguen vivas,
y he aprendido a esperarte día a día.
Huyo del silencio de la noche,
te busco en mi presente,
me alimento del recuerdo.
Guardo mis te quieros por si un día yo te encuentro,
ya que se que entre tus brazos yo me pierdo,
yo me pierdo yo me pierdo
Y ya no volveré a sentir
otra vez nunca mas
tu presencia en mi camino,
el adiós fue normal,
esperado quizás, derrochamos
mil formas de amar.
Y que diremos al vernos,
ya no será igual,
seremos como dos extraños sin mas,
como dos gotas sin su lluvia,
como la arena sin el mar
Siento que te escapas lentamente
mientras me quedo sentada
en el recuerdo de mi vida,
alma separadas por un mundo que se acaba,
se me escapa quien curaba mis heridas
Luz que se me apaga
muerta en mi barrio sin agua,
recordarte es mi desvelo,
guardo mis palabras, por si un día yo te encuentro porque
se que en tus brazos yo me pierdo,
yo me pierdo, yo me pierdo
Y ya no volveré a sentir
otra vez nunca mas
tu presencia en mi camino,
el adiós fue normal,
esperado quizás, derrochamos
mil formas de amar.
Y que diremos al vernos,
ya no será igual,
seremos como dos extraños sin mas,
como dos gotas sin su lluvia,
como la arena sin el mar

Tradução da letra

Sinto que a vida não perdoa,
que me passam os anos,
e não encontro a saída.
Sinto que a minha vontade de te amar ainda está viva,
e aprendi a esperar por ti todos os dias.
Fujo do silêncio da noite,
estou à tua procura no meu presente,
eu alimento-me da lembrança.
Guardo os meus quereis por um dia eu encontro vos,
já que sei que entre os teus braços eu me perco,
eu perco me eu perco me
E não voltarei a sentir
outra vez nunca mais
a tua presença no meu caminho,
o adeus foi normal,
esperado talvez, nós desperdiçamos
mil maneiras de amar.
E o que diremos quando nos encontrarmos,
já não será igual,
seremos como dois estranhos,
como duas gotas sem a chuva,
como a areia sem o mar
Sinto que estás a fugir devagar
enquanto fico sentada
na memória da minha vida,
alma separadas por um mundo que se acaba,
escapa me quem curava as minhas feridas
Luz que se apaga
morta no meu bairro sem água,
lembrar te é o meu desvelo,
guardo as minhas palavras, caso um dia te encontre porque
sei que nos teus braços me perco,
eu perco-me, eu perco-me
E não voltarei a sentir
outra vez nunca mais
a tua presença no meu caminho,
o adeus foi normal,
esperado talvez, nós desperdiçamos
mil maneiras de amar.
E o que diremos quando nos encontrarmos,
já não será igual,
seremos como dois estranhos,
como duas gotas sem a chuva,
como a areia sem o mar