Kiemsa — Orange Duck letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Orange Duck" de Kiemsa.
Letra
En plein âge de bière, il court les rues de travers
Bien assoiffé, jamais à sec, bien entamé, il pue du bec
Commence sa grande tournée, pour accroupir du jeunot
Soigne son pedigree et sort la fraîche du manteau
Il allonge, il arrose, foi d´éponge, une cirrhose
Il prolonge, il propose, jusqu´a l´aube toutes les doses
Paie son premier verre, sourire en coin c´est offert
Pour finir sa carrière, car c´est son dernier
Le Triomphe d´Orange Duck (x 2)
Le roi des crevards, dixit le patron du bar
Non ! Non ! Non ! Roi des crevards !
Non ! Non ! Non ! Qui pour le croire?
Non ! Non ! Non ! C´est ce qu´on va voir
T´es bien trop sûr de toi
Tu ne sais pas qui tu fais boire
Orange Duck fut surpris
Sa puissante anesthésie est inefficace
L´autre toujours de glace
Les rôles s´inversèrent, la victime devint. Tortionnaire
Il allonge, il arrose, foi d´éponge, une cirrhose
Il prolonge, il propose, jusqu´à l´aube toutes les doses
Commence à voir trouble, mais Orange Duck lève le coude
Pour finir sa carrière, car c´est son dernier
Le Triomphe d´Orange Duck (x 2)
Le roi des crevards, dixit le patron du bar
Cultiver des poivrots, demande un sacré goulot
Orange Duck le crevard, se fait torcher comme un chiard
L´ordure des bitures, Ethylie plate couture
Sa viande saoule au parquet, le successeur au taquet !
Le Triomphe d´Orange Duck (x 2)
Le roi des crevards, dixit le patron du bar
Non ! Non ! Non ! Roi des crevards !
Non ! Non ! Non ! A crevé ce soir
Comme un gros plein de pinard, gerbé sa dernière histoire
Enterré sous un bar, pour achever son devoir
Tradução da letra
No meio de uma era de cerveja, ele corre pelas ruas no sentido transversal.
Bem sedento, nunca seco, bem começado, cheira a Bico
Começa a sua grande tournée, para agachar o jovem
Cura o pedigree dele e tira o frio do casaco.
Alonga, asperge, deposita a fé, uma cirrose.
Prolonga, propõe, até ao Lubrificante todas as doses
Pague a sua primeira bebida, sorria no canto é oferecido
Para acabar com a sua carreira, porque esta é a sua última
O pato triumph dOrange (X 2)
O rei dos crevards, diz O chefe do bar
Não ! Não ! Não ! Rei dos crevards !
Não ! Não ! Não ! Em quem acreditar?
Não ! Não ! Não ! É isso que vais ver
Estás demasiado seguro de TI.
Não sabes quem estás a beber.
O pato de laranja ficou surpreendido.
A sua potente anestesia é ineficaz.
O outro sempre gelo
Papéis destruídos, a vítima tornou-se. Carrasco
Alonga, asperge, deposita a fé, uma cirrose.
Prolonga, propõe, até ao Lubrificante todas as doses
Começa a ver problemas, mas o pato Laranja levanta o cotovelo
Para acabar com a sua carreira, porque esta é a sua última
O pato triumph dOrange (X 2)
O rei dos crevards, diz O chefe do bar
A cultivar pimentos, requer um pescoço Sagrado
Pato laranja, o pato, é queimado como um pato.
Lordure des bitures, Ethylie flat couture
A carne dele está bêbeda no chão, a sucessora da chuteira !
O pato triumph dOrange (X 2)
O rei dos crevards, diz O chefe do bar
Não ! Não ! Não ! Rei dos crevards !
Não ! Não ! Não ! Perfurado esta noite
Como um grande cheio de pinard, gerbé a sua última história
Enterrado debaixo de um bar, para cumprir o seu dever