Kevin Devine — Billion Bees letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Billion Bees" de Kevin Devine.

Letra

I found you grieving in the grass
The sky bled water colored blue
You seemed so simple sure and sad
So I sat down to grieve with you
You raised your hand to shield your eyes
I shifted left to block the sun
You crossed your legs and cleared your throat
I waited for your words to come
But they slept soundly in your chest
They never made it past your tongue
So we sat silently and still
And thought about things we’d done
And all the people that we’d loved
And all the people that we’d wronged
I watched the years flash through your face
And I locked my anger in my lungs
So every breath stung more and more
A wave of whips across my spine
A billion bees trapped in my chest
Nails on a chalkboard every time
'Til I watched your fingers sneak towards mine
I heard your breath go thin and short
I tucked your hair behind you ears
And I watched your eyes dart back and forth
And I sucked your lip and bit your neck
The trees were shaking at their roots
My angry arms felt cool and calm
And my cotton mouth was wet with you
So we lay glowing in the grass
To watch the sun swap with the moon
To trade our future for our past
The present tense was all we knew

Tradução da letra

Encontrei-te a sofrer na relva.
O céu sangrava a água colorida azul
Parecias tão simples, segura e triste.
Então sentei-me para chorar contigo
Levantaste a mão para proteger os olhos.
Virei à esquerda para bloquear o sol.
Cruzaste as pernas e limpaste a garganta.
Esperei que as tuas palavras chegassem.
Mas dormiram profundamente no teu peito.
Nunca passaram da tua língua.
Então sentamo-nos silenciosamente e quietos
E pensei em coisas que tínhamos feito.
E todas as pessoas que amávamos
E todas as pessoas que condenámos
Vi os anos a brilhar na tua cara
E eu tranquei a minha raiva nos meus pulmões
Então cada respiração picava mais e mais
Uma onda de chicotes na minha coluna
Um bilião de abelhas presas no meu peito
Pregos num quadro sempre
Até ver os teus dedos a esgueirarem-se para os meus
Ouvi a tua respiração a ficar fina e curta.
Pus o teu cabelo atrás das tuas orelhas.
E vi os teus olhos a dardos para trás e para a frente.
E eu chupei-te o lábio e Mordi-te o pescoço
As árvores tremiam nas suas raízes
Os meus braços zangados estavam frios e calmos.
E a minha boca de algodão estava molhada contigo
Por isso, deitámo-nos a brilhar na relva.
Para ver o sol trocar com a lua
Para trocar o nosso futuro pelo nosso passado
O presente era tudo o que sabíamos