Kenneth Aaron Harris — Empty Nest letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Empty Nest" de Kenneth Aaron Harris.

Letra

How many times will I ride this train
Before it takes me where I wanna go?
The Southbound track, a different life
A warmer place for a heart growing cold
And she was a dreamer just like me
And I wonder when her rooster crowed?
You gotta wake up, you gotta get going
This life it ain’t your own no more
Are you gonna come back?
Are you gonna come back to me?
Are you gonna come back?
Are you gonna come back to me, baby?
So she raised her boys up to see the light
She held so tight, she wouldn’t let go
But you gotta let go, you gotta let go
As the golden hearts start to fade to black
She’s wondering
Are you gonna come back?
Are you gonna come back to me?
Are you gonna come back?
Are you gonna come back to me, baby?
And the ghost of former footfalls now been ringing on the phone
And some hearts they won’t recover from an empty nest syndrome
And one day the roles reversed
Who has to go, who has to stay?
But the grace you’ve tied to my name I’ll take with me always
As I ride on this train
Are you gonna come back?
Are you gonna come back to me?
Are you gonna come back?
Are you gonna come back to me, baby?

Tradução da letra

Quantas vezes vou andar neste comboio
Antes que me leve para onde quero ir?
A linha Sul, uma vida diferente
Um lugar mais quente para um coração a ficar frio
E ela era uma sonhadora como eu
E pergunto-me quando é que o galo dela cantava?
Tens de acordar, tens de ir.
Esta vida já não é tua
Vais voltar?
Vais voltar para mim?
Vais voltar?
Vais voltar para mim, querida?
Então ela criou os filhos para ver a luz.
Ela abraçou-se com tanta força, que não largou.
Mas tens de deixar ir, tens de deixar ir
À medida que os corações dourados começam a desvanecer-se
Ela está a pensar
Vais voltar?
Vais voltar para mim?
Vais voltar?
Vais voltar para mim, querida?
E o fantasma das antigas armadilhas tem estado a tocar ao telefone.
E alguns corações não se recuperam de uma síndrome de ninho vazio.
E um dia os papéis inverteram-se.
Quem tem de ir, quem tem de ficar?
Mas a graça que amarraste ao meu nome levo sempre comigo
Enquanto viajo neste comboio
Vais voltar?
Vais voltar para mim?
Vais voltar?
Vais voltar para mim, querida?