Julio Sosa — Margot letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Margot" de Julio Sosa.

Letra

Se te embroca desde lejos, pelandruna abacanada
Que has nacido en la miseria de un convento de arrabal…
Porque ay algo que te vende, yo no sé si es la mirada
La manera de sentarte, de mirar, de estar parada
O ese cuerpo acostumbrado a las pilchas de percal
Ese cuerpo que hoy te marca los compases tentadores
Del canyengue de algún tango en los brazos de algún gil
Mientras triunfa tu silueta y tu traje de colores
Entre el humo de los puros y el champán de Armenonville
Son macanas, no fue un guapo haragán ni prepotente
Ni un cafisho de averías el que al vicio te largó…
Vos rodaste por tu culpa y no fue inocentemente…
¡berretines de bacana que tenías en la mente
Desde el día que un magnate cajetilla te afiló!
Yo recuerdo, no tenías casi nada que ponerte
Hoy usas ajuar de seda con rositas rococó
¡me reviente tu presencia… pagaría por no verte…
Si hasta el nombre te han cambiado como has cambiado de suerte:
Ya no sos mi Margarita, ahora te llaman Margot!
Ahora vas con los otarios a pasarla de bacana
A un lujoso reservado del Petit o del Julien
Y tu vieja, ¡pobre vieja! lava toda la semana
Pa' poder parar la olla, con pobreza franciscana
En el triste conventillo alumbrado a kerosén

Tradução da letra

Você fica embroca de longe, pelandruna abacanada
Que nasceste na miséria de um convento de arrabal…
Porque ai algo que te vende, eu não sei se é o olhar
A maneira de se sentar, de olhar, de estar parada
Ou aquele corpo habituado a pilchas de percal
Aquele corpo que hoje te marca os compassos tentadores
Do canyengue de algum tango nos braços de algum gil
Enquanto triunfa sua silhueta e seu terno colorido
Entre a fumaça dos charutos e o champanhe de Armenonville
São macanas, não foi um bonito preguiçoso nem prepotente
Nem um cafisho de avarias o que ao vício te largou…
Você rolou por sua causa e não foi inocentemente…
berretines de bacana que tinhas na cabeça
Desde o dia em que um magnata maço te afiou!
Eu lembro-me, Você não tinha quase nada para vestir
Hoje usas enxoval de seda com rositas rococó
rebente-me a tua presença Pag eu pagaria para não te ver…
Se até o nome te mudaram como mudaste de sorte:
Já não és a minha Margarita, agora chamam-te Margot!
Agora vais com os otários para passá la de bacana
A um luxuoso reservado do Petit ou do Julien
E a tua velha, pobre velha! lava a semana toda
Pa ' poder parar a panela, com pobreza franciscana
No triste conventillo iluminação a querosene