Julio Sosa — Enfundá la Mandolina letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Enfundá la Mandolina" de Julio Sosa.
Letra
Sosegate que ya es tiempo de archivar tus ilusiones
Dedicate a balconearla que pa' vos ya se acabó
Y es muy triste eso de verte esperando a la fulana
Con la pinta de un mateo desalquilado y tristón
No hay que hacerle, ya estás viejo, se acabaron los programas
Y hacés gracia con tus locos berretines de gavión
Ni te miran las muchachas y si alguna a vos te habla
Es pa' pedirte un consejo de baqueano en el amor
Qué querés, Cipriano
Ya no das más jugo
Son cincuenta abriles
Que encima llevás
Junto con el pelo
Que fugó del mate
Se te fue la pinta
Que no vuelve más
Dejá las pebetas
Para los muchachos
Esos platos fuertes
No son para vos
Piantá del sereno
Andate a la cama
Que después, mañana
Andás con la tos
Enfundá la mandolina, ya no estás pa’serenatas
Te aconseja la minusa que tenés en el bulín
Dibujándote en la boca la atrevida cruz pagana
Con la punta perfumada de su lápiz de carmín…
Han caído tus acciones en la rueda de grisetas
Y al compás del almanaque se deshoja tu ilusión
Y ya todo te convida pa’ganar cuartel de invierno
Junto al tuego del recuerdo a la sombra de un rincón
Tradução da letra
Sossegar que já é hora de arquivar suas ilusões
Dedique-se a varandá-la que você já acabou
E é muito triste ver te à espera da vadia
Com a aparência de um mateo desalquilado e Tristão
Não é preciso fazer-lhe, Já estás velho, acabaram-se os programas
E diverte te com os teus berretins de gabião
Nem as raparigas olham para ti e se alguma delas falar contigo
É para pedir-lhe um conselho de baqueano no amor
O Que queres, Cipriano
Já não dás mais sumo
São cinquenta abertos
Que estás a usar
Juntamente com o cabelo
Que fugiu do mate
Foste-te embora
Que não volta mais
Deixa as pebetas
Para os rapazes
Aqueles pratos fortes
Não são para ti
Piantá do sereno
Vai para a cama
Que depois, amanhã
Andas com a tosse
Embainhe o bandolim, você não está mais pa'serenatas
A minusa que tens no bulim Aconselha Te
Desenhando na boca a ousada cruz pagã
Com a ponta perfumada do seu lápis de carmim…
As tuas acções caíram na roda dos cinzeiros
E ao ritmo do almanaque desfaz a tua ilusão
E já tudo te convida a ganhar quartel de Inverno
Junto ao jogo da lembrança à sombra de um canto