Julien Clerc — Une Journée Pour Rien letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Une Journée Pour Rien" de Julien Clerc.

Letra

On s'était levé tot — Moi je me suis assis
Tout au fond de l’auto
J’ai fait semblant de lire
Mais cette boule dans la gorge
Annoncait les sanglots
Il pleuvait sur l'été - Et a travers mes larmes
J’ai apercu danser
La route et puis les arbres
Mes pensées s’emmelaient
Dans un trajet bizarre…
Je me suis dit, je me suis dit:
Tout fout le camp
Il gele en plein juilliet — il gele dedans ma vie
Et tout fout le camp
Il gele dans la maison
Il grele sur les moissons
Il nous fallait aller
Tout au bout du pays — Descendre vers le sud
On croisait, on doublait
De longues troupes rudes
Qui glissaient sous la pluie
J’ai mis de la musique
Forte comme de la brique
On s’est fait arreter — on nous a demandé
Nos noms et nos papiers
Et puis on est reparti…
Je me suis dit, je me suis dit:
Tout fout le camp
Il gele en plein juilliet — il gele dedans ma vie
Et tout fout le camp
Il grele dans les étoiles
Il grele sur notre histoire
Et plus on avancait
Plus j’allais dans ma peine
On avalait les plaines
Les villes et les rivieres
Et le ciel nous donnait
Tout son chagrin immense
C'était un samedi — En fin d’apres-midi
On était attendu
Pas des gens nostalgiques
J’ai éteint la musique
Et je suis descendu
Tout fout le camp
Il gele en plein juilliet
Il gele dedans ma vie
Tout fout le camp
C’est une journée de plus
C’est une journée pour rien

Tradução da letra

Levantámo-nos. sentei-me.
No fundo do carro
Fingi ler
Mas esta bola na garganta
Anunciou os soluços
Choveu no verão e através das minhas lágrimas
Eu vi-a a dançar.
A estrada e depois as árvores
Os meus pensamentos envolveram-se.
Num passeio estranho…
Eu pensei, eu pensei:
Está por todo o lado.
Congela no meio de julho-congela na minha vida
E tudo corre mal
Congela na casa
Pesa sobre as colheitas.
Tínhamos de ir.
No final do país — descer ao sul
Atravessamos, dobramos
Longas tropas ásperas
Que escorregou na chuva
Eu ponho música
Forte como tijolo
Fomos presos.
Os nossos nomes e papéis
E depois fomos embora.…
Eu pensei, eu pensei:
Está por todo o lado.
Congela no meio de julho-congela na minha vida
E tudo corre mal
Ele pesa nas estrelas
Pesa na nossa história.
E quanto mais nos afastávamos
Quanto mais eu entrava na minha dor
Engolimos as planícies
Cidades e praias
E o céu deu-nos
Toda a sua imensa dor
Era uma tarde de sábado
Estávamos à nossa espera.
Não são pessoas nostálgicas.
Desliguei a música.
E eu desci
Está por todo o lado.
Congela em meados de julho
Está um gelo na minha vida
Está por todo o lado.
É mais um dia
É um dia para nada