Julien Clerc — Les séparés letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les séparés" de Julien Clerc.

Letra

N'écris pas! Je suis triste et je voudrais m'éteindre.
Les beaux étés, sans toi, c’est l’amour sans flambeau.
J’ai refermémes bras qui ne peuvent t’atteindre
Et frapper àmon cœur, c’est frapper au tombeau.
N'écris pas! N’apprenons qu'àmourir ànous-mêmes.
Ne demande qu'àDieu, qu'àtoi si je t’aimais.
Au fond de ton silence, écouter que tu m’aimes,
C’est entendre le ciel sans y monter jamais.
N'écris pas! Je te crains, j’ai peur de ma mémoire.
Elle a gardéta voix qui m’appelle souvent.
Ne montre pas l’eau vive àqui ne peut la boire.
Une chère écriture est un portrait vivant.
N'écris pas ces deux mots que je n’ose plus lire.
Il semble que ta voix les répand sur mon cœur,
Que je les vois briller àtravers ton sourire.
Il semble qu’un baiser les empreint sur mon cœur.
N'écris pas! N’apprenons qu'àmourir ànous-mêmes.
Ne demande qu'àDieu, qu'àtoi si je t’aimais.
Au fond de ton silence, écouter que tu m’aimes,
C’est entendre le ciel sans y monter jamais.
… N'écris pas!

Tradução da letra

Não escrevas! Estou triste e quero desligar.
Belos verões, sem ti, é amor sem tocha.
Tenho braços fechados que não te podem alcançar.
E bater no meu coração é bater na sepultura.
Não escrevas! Vamos aprender a morrer só para nós.
Pergunta apenas a Deus, só a ti se eu te amar.
No fundo do teu silêncio, ouve que me amas,
É ouvir o céu sem nunca subir.
Não escrevas! Tenho medo de ti, tenho medo da minha memória.
Ela tinha uma voz que me ligava muitas vezes.
Não mostre à água viva que towho não pode Bebê-la.
Uma escrita cara é um retrato vivo.
Não escrevas essas duas palavras que já não me atrevo a ler.
Parece que a tua voz os espalha no meu coração,
Deixa-me vê-los brilhar através do teu sorriso.
Parece que um beijo as imprime no meu coração.
Não escrevas! Vamos aprender a morrer só para nós.
Pergunta apenas a Deus, só a ti se eu te amar.
No fundo do teu silêncio, ouve que me amas,
É ouvir o céu sem nunca subir.
... Não escrevas!