Julien Clerc — Le Phare Des Vagabondes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Phare Des Vagabondes" de Julien Clerc.

Letra

Parfois je rve
Du bout du monde
O se promnent
Des brunes, des rondes,
Des Irlandaises
Incendiaires,
Des Vnitiennes
Et de vraies blondes…
Au bout de l’Ile
Du bout du monde
O l’on s’embrasse
O l’on se cogne,
On se sourit,
On se renfrogne,
On croque des pommes
De Gascogne.
Je suis le vent
Et la boussole.
Je garde le phare
Des vagabondes.
C’est l qu’je vis
Avec ma blonde,
Au bout de l’Ile
Du bout du monde.
Il n’y a pas de sens crit
Ni permis, ni interdit,
Pas de rcif et pas de passe.
On peut y venir de l’espace.
Il n’y a pas de sens crit,
Ni permis, ni interdit.
On sait que c’est la vie qui passe
Quand un ami pose sa besace…
Je suis le vent
Et la boussole.
Je garde le phare
Des vagabondes.
C’est l qu’je vis
Avec ma blonde,
Au bout de l’Ile
Du bout du monde.

Tradução da letra

Às vezes tenho
Do fim do mundo
O promnent
Morenas redondas,
Mulheres Irlandesas
Incendiario,
Dos Vitiennes
E verdadeiras Loiras…
No fim da ilha
Do fim do mundo
Beijamo-nos
O colidir,
Sorrimos,
Estamos amuados.,
Nós esmagamos maçãs
Biscaia.
Sou o vento
E a bússola.
Eu mantenho o farol
Vagabundo.
É onde eu moro.
Com a minha loira,
No fim da ilha
Do fim do mundo.
Não há sentido crítico
Não autorizado nem proibido,
Sem rcif e sem passe.
Podemos vir do espaço.
Não há sentido crítico,
Sem licença, sem proibição.
Sabemos que é a vida que passa
Quando um amigo põe a mala…
Sou o vento
E a bússola.
Eu mantenho o farol
Vagabundo.
É onde eu moro.
Com a minha loira,
No fim da ilha
Do fim do mundo.