Juan Gabriel — El México Que Se Nos Fue letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El México Que Se Nos Fue" de Juan Gabriel.
Letra
Como ha cambiado pi pueblo
mi pueblo yano es el mismo
de aquel pueblo tan hermoso
al de hoy hay un abismo
ya no hay mujer con rebosos
ya no hay hombres campesinos
ya el cantaro no va al pozo
lo rompio el industrialismo
ya se contamino el agua
de las acequias y rios
ya se seco un ojo de agua
ya cerraron el molino
ya la mujer no usa enaguas
ni el hombre calzon de indio
ya la mujer no usa el habla
ni el hombre su civismo
ya las casitas de adobe
estan desapareciendo
hoy las costruyen de bloque
feas las estan haciendo
la plata y el oro del pobre
caros se han ido poniendo
ya no hay monedas de cobre
de niquel hoy vienen ciendo
ya no oigo tocar la banda
de los zuares y sus hijos
que triste se ve la plaza
los sabados y los domingos
ya hay otras clases de bandas
ya no hay quioscos ni estanquillos
ya la gente del campo se ha ido
a emprender una nueva aventura
a los campos de estados unidos
con tristeza y quizas amargura
de saver que en su pueblo han perdido
el ingenio el molino y cordura
pocos vuelven de haya y yo he venido
y lo encuentro cambiado y no hay duda
de que ya no es a quel pueblo chiquito
que inspiraba añoranza y ternura
ya no es aquel pueblo bonito
el comercio le trajo basura
aquel tiempo se hablaba de ranchos
de la milpa y la tabla de arros
de la musica, el baile y el canto
del padre la madre y de dios
de la siembra y cosecha del campo
de la casa el lugar y el amor
ahora hablan de que hay terrorismo
del peso y su devaluacion
ahora hablan con tal pesimismo
de que hay viene otra revolucion
ahora en vez de mirarse ellos mismo
ahora miran la televicion
Tradução da letra
Como pi aldeia mudou
o meu povo yano é o mesmo
daquele povo tão bonito
ao de hoje há um abismo
já não há mulher com transbordos
já não há homens camponeses
já o cantaro não vai ao poço
foi quebrado pelo industrialismo
a água já está contaminada
das valas e rios
já secou um olho de água
já fecharam o moinho
já a mulher não usa anáguas
nem o homem calzon de índio
já a mulher não usa a fala
nem o homem o seu civismo
já as casas da adobe
estão a desaparecer
hoje eles os constroem de bloco
feias estão a fazê las
a prata e o ouro do pobre
caras foram ficando
não há mais moedas de cobre
de niquel hoje vêm cendo
já não ouço a banda tocar
dos zuares e dos seus filhos
que triste se vê a Praça
sábado e domingo
já existem outras classes de bandas
já não há quiosques nem estantes
as pessoas do campo já se foram
a empreender uma nova aventura
para os campos dos EUA
com tristeza, e talvez amargura
de saver que em seu povo perderam
engenhosidade moinho e sanidade
poucos voltam de faia e eu vim
e eu acho que mudou e não há dúvida
de que já não é a queO povo pequenino
que inspirava saudade e ternura
já não é aquela cidade bonita
o comércio trouxe-lhe lixo
naquele tempo falava se de ranchos
da milpa e da tabela de arros
música, dança e canto
do pai, da mãe e de deus
da sementeira e colheita do campo
da casa do lugar e do amor
agora falam de terrorismo
do peso e sua desvalorização
agora eles falam com tal pessimismo
de que há vem outra revolução
agora em vez de olhar para si mesmo
agora estão a ver a teleconferência