Juan Carlos Baglietto — Tiempo De Silencio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Tiempo De Silencio" de Juan Carlos Baglietto.

Letra

Silencio como pluma en el vacio
Como quien calla un sueño mientras sueña
Silencio en el espacio y los navios
Y en el alma de fuego de la leña
Silencio en los portales de la guerra
Hagan silencio tropas y armamentos
En los ordenadores de la tierra
Del cosmos y del mar guarden silencio
Silencio hasta que el aire se desmaye
En los arcos vacios del aliento
Pobladas de gargantas en la calle
Que nada quede flotando en el viento
Silencio en los balcones y en los templos
Quiero pedir silencio en los estrados
A los jueces quiero pedir silencio
A los absueltos y a los condenados
Silencio porque una palabra muda
Es más que una palabra hueca
Donde los cuestionarios y las dudas
Son como un manantial que no se seca
Silencio cuando estamos casi muertos
De tanto decir muerte por la boca
Comiendo con nuestros oidos abiertos
Palabras, esqueletos de gaviotas
En el silencio habrá palabra nueva
Saltando como flor en los deshechos
Que nos borre de los labios la niebla
Y nos vuelva a llenar de luz el pecho
Avispa que se ha ido agigantando
Hasta cubrir de mentira los muros
Sin ver que su aguijón quedó brillando
Como una estrella contra un lienzo oscuro
Silencio cuando estemos …

Tradução da letra

Silêncio como pena no vazio
Como quem cala um sonho enquanto sonha
Silêncio no espaço e nos navios
E na alma de fogo da lenha
Silêncio nos portais da guerra
Façam silêncio tropas e armamentos
Nos computadores da terra
Do cosmos e do mar fiquem calados
Silêncio até o ar desmaiar
Nos arcos vazios da respiração
Povoadas por desfiladeiros na rua
Que nada fique flutuando no vento
Silêncio nas varandas e nos templos
Quero pedir silêncio nos estrados
Aos juízes quero pedir silêncio
Aos absolvidos e aos condenados
Silêncio, porque uma palavra muda
É mais do que uma palavra oca
Onde questionários e dúvidas
Eles são como uma fonte que não seca
Silêncio quando estamos quase mortos
De tanto dizer morte pela boca
Comendo com nossos ouvidos abertos
Palavras, esqueletos de gaivotas
No silêncio haverá palavra nova
Saltando como uma flor nos desabrigados
Que nos apague dos lábios a névoa
E vamos encher de luz o peito
Vespa que foi agigantando
Até cobrir de mentira as paredes
Sem ver que seu ferrão ficou brilhando
Como uma estrela contra uma tela escura
Silêncio quando estivermos …