Juan Carlos Baglietto — Dormite Patria letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dormite Patria" de Juan Carlos Baglietto.
Letra
Dormite patria sobre mi camisa
Olvidate pronto de los que te pisan
Dormite patria que la noche es fria
Y hay un viento blanco sobre la avenida
Quiero llevarte como cuando era otro
Y te lucia flamante sobre el guardapolvo
Todavia no habia crecido
Y estabas prendida a mi solapa blanca
Como un papelito
Dormite patria que los corazones
Te haran de almohada para los pulmones
Dormite patria que suena la radio
Y alguen que te nombre lo dice cantando
Quiero llevarte porque siempre es invierno
Y no tenes un techo y estan los lobos sueltos
Malena, Carlitos Gardel y los caudillos
Las madres de los pañuelos
Y los hijos de mis hijos
El que vende flores
Yo que canto esas canciones
Esas chicas de las tiendas
Los que arreglan los motores
Te vamos a hace una ronda
Que abarque todo el mapa
Y entre provincia y provincia
No habra limites ni nada
Dormite patria como mi enamorada
Llevo tu corpiño atado en mi lanza
El ultimo aliento la cancion que me queda
Es que seas distinta a la que vi
En la escuela
Quiero llevarte como cuando era otro
Y te lucia flamante sobre el guardapolvo
Todavia no habia crecido
Y estabas prendida a mi solapa blanca
Como un papelito
Dormite patria
Que en la cuadra aqui cerca
Suena ya la murga para que te duerma
Dormite patria pero dormi conmigo
Para que la muerte se lleve al domingo
Tradução da letra
Dormite pátria sobre minha camisa
Esquece logo os que te pisam
Dormite pátria que a noite é fria
E há um vento branco sobre a avenida
Quero levar te como quando era outro
E parece novo sobre o macacão
Ainda não tinha crescido
E estavas presa à minha lapela branca
Como um papel
Dormir pátria que os corações
Vão fazer de TI uma almofada para os pulmões
Dormir pátria que soa rádio
E alguém que te nomeie diz isso cantando
Quero levar te porque é sempre inverno
E não tens um telhado e os lobos estão à solta
Malena, Carlitos Gardel e os senhores da guerra
As mães dos lenços
E os filhos dos meus filhos
Aquele que vende flores
Eu que canto essas canções
Aquelas raparigas das lojas
Os que consertam os motores
Vamos fazer te uma ronda
Que abranja todo o mapa
E entre província e província
Não haverá limites nem nada
Dormite pátria como minha apaixonada
Tenho o teu corpete amarrado na minha lança
O último suspiro a canção que me resta
És diferente daquela que eu vi
Na escola
Quero levar te como quando era outro
E parece novo sobre o macacão
Ainda não tinha crescido
E estavas presa à minha lapela branca
Como um papel
Dormite pátria
Que no quarteirão aqui perto
Soa a murga para que te adormeça
Dormite pátria mas dormi comigo
Para que a morte se leve ao domingo