José Larralde — Mi Viejo Mate Galleta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mi Viejo Mate Galleta" de José Larralde.

Letra

Mi viejo mate galleta
Que pena me dio perderte
Que mano tronchó tu suerte
Tal vez la mano del tiempo
Si hasta creí que eras eterno
Nunca imaginé tu muerte
En tu pancita verdosa
Cuantos paisajes miré
Cuantos versos hilvané
Mientras gozaba tu amargo
Cuántas veces te hice largo
Y vos sabías porqué
Cuando la yerba escaseaba
Por falta de patacones
Nunca pediste razones
Pero me diste consejos
Chupá, pero hacete viejo
Sin llegar a los talones
Y en esos negros inviernos
Cuando la escarcha blanqueaba
Tu cuerpito calentaba
Mis manos con su calor
Pa que el amigo cantor
Se prendiera a la guitarra
Y ahí nomás se hacía la farra
Vos y yo, en un mano a mano
Mate y guitarra en el claro
Mate y guitarra en la sombra
En leguas a la redonda
No hubo jagüel orejano
Ah, compañero y hermano
Que destino tan sotreta
Nunca le di a la limeta
En vos encontré la calma
En este adiós pongo el alma
Mi viejo mate galleta

Tradução da letra

O meu velho biscoito mate
Foi uma pena perder te
Que Mão trovejou a tua sorte
Talvez a mão do tempo
Sim até pensei que eras eterno
Nunca imaginei a tua morte
Na tua barriga esverdeada
Quantas paisagens eu olhei
Quantos versos eu fiz
Enquanto gozava o teu amargo
Quantas vezes te fiz sair
E tu sabias porquê
Quando a erva era escassa
Por falta de patacones
Nunca pediste razões
Mas Deste me conselhos
Chupa, mas faz-te Velho
Sem chegar aos calcanhares
E naqueles invernos negros
Quando a geada branqueava
O teu corpo estava a aquecer
Minhas mãos com seu calor
Pa que o amigo cantor
Se prendesse à guitarra
E ali só se fazia a farra
Tu e eu, de mãos dadas
Mate e guitarra na clareira
Mate e guitarra na sombra
Em léguas ao redor
Não houve jagüel orelhano
Ah, companheiro e irmão
Que destino tão sotreta
Nunca dei à limeta
Em vós encontrei a calma
Neste adeus eu coloco a alma
O meu velho biscoito mate