José Cruz — El Quinqué letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Quinqué" de José Cruz.
Letra
Vivo a media luna desde que empecé a querer
Ardo cada noche como flama de quinqué
Y me siento un extraño en extinción
No me queda más remedio que esperar
Di que no me amas, cuando te he cuidado bien
Polvo de tus días, fue lo que dejaste ayer
Me desprenderé tu nombre sin llorar
No me queda más remedio que soñar
¡Habría que matarme!
¡tendrían que matarme, para arrebatarme el blues!
Mi dolido corazón se refugia en su calor
Mi único consuelo de vivir
Vivo a media luna desde que empecé a querer
Ardo cada noche como flama de quinqué
Y me siento un extraño en extinción
No me queda más remedio que esperar
¡Habría que matarme!
¡tendrían que matarme, para arrebatarme el blues!
Mi dolido corazón se refugia en su calor
Mi único consuelo de vivir
Tradução da letra
Vivo a meia lua desde que comecei a querer
Ardo todas as noites como chama de quinqué
E sinto me um estranho em extinção
Não tenho escolha a não ser esperar
Diz que não me amas, quando te cuidei bem
Pó dos teus dias, foi o que deixaste ontem
Vou desprender o teu nome sem chorar
Não tenho escolha a não ser sonhar
Teria de me matar!
teriam de me matar, para me tirarem o blues!
O meu coração magoado refugia - se no seu calor
O meu único consolo de viver
Vivo a meia lua desde que comecei a querer
Ardo todas as noites como chama de quinqué
E sinto me um estranho em extinção
Não tenho escolha a não ser esperar
Teria de me matar!
teriam de me matar, para me tirarem o blues!
O meu coração magoado refugia - se no seu calor
O meu único consolo de viver