Johanne Blouin — Dors Caroline letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dors Caroline" de Johanne Blouin.
Letra
Julia met son blouson noir
Et va chercher Caroline
C’est le soir sur ces mêmes trottoirs
C’est un hiver à Brooklyn
La voiture passe lentement
Quelqu’un flaire une proie
Julia lui donne un peu de bon temps
Et retourne dans le froid
Caroline ne sort pas ce soir
Elle frissonne dans son lit
Il n’y a pas assez dans le tiroir
Pour sa poudre et son paradis
Elle attend le corps en orage
Julia sa meilleure amie
Qui s’agite dans la rue sauvage
Quelque part à côté de la vie
Dors Caroline
Il neige à Brooklyn
Et les enfants perdus
Ont envahi les rues
D’une ville orpheline
Dors Caroline
Dans la rue il faut du métier
Du sang froid de l’arrogance
Quand on abandonne le quartier
On voyage en ambulance
Julia remet sa chemise
Et prend l’argent qu’on lui doit
Et passant tout près d’une église
Elle se signe de la croix
Dors Caroline
Il neige à Brooklyn
Et les enfants perdus
Ont envahi les rues
D’une ville orpheline
Tu peux dormir Caroline
Caroline se fait des tresses
Comme lorsqu’elle était enfant
Elle se souvient de sa jeunesse
Elle n’a pas encore vingt ans
Pas de pitié, pas de rage
Pas de rêves inassouvis
Pas de cela dans la zone sauvage
Quelque part à côté de la vie
Dors Caroline
Il neige à Brooklyn
Et les enfants perdus
Ont envahi les rues
D’une ville orpheline
Tu peux dormir Caroline
Tradução da letra
A Julia veste o casaco preto.
E vai buscar a Caroline.
É noite nas mesmas calçadas.
É um inverno em Brooklyn
O carro passa devagar.
Alguém fareja uma presa
A Julia dá-lhe algum tempo.
E voltar ao frio
A Caroline não vai sair esta noite.
Ela treme na cama.
Não há o suficiente na gaveta.
Pelo seu pó e pelo seu paraíso
Ela espera pelo corpo na tempestade
Julia, a sua melhor amiga.
Inquieto na rua Selvagem
Algures ao lado da vida
Dorme, Caroline.
Neva em Brooklyn
E as crianças perdidas
Invadiram as ruas
De uma cidade órfã
Dorme, Caroline.
Na rua você precisa de um emprego
Arrogância de sangue frio
Quando sairmos do bairro
Viajamos de ambulância.
A Julia volta a vestir a camisa.
E fica com o dinheiro que lhe devemos.
E passar por uma igreja
Ela assina a cruz
Dorme, Caroline.
Neva em Brooklyn
E as crianças perdidas
Invadiram as ruas
De uma cidade órfã
Podes dormir, Caroline.
A Caroline tem tranças.
Como quando ela era criança.
Ela lembra-se da sua juventude.
Ela ainda não tem vinte anos.
Sem piedade, sem raiva
Não há sonhos não realizados
Não na zona Selvagem.
Algures ao lado da vida
Dorme, Caroline.
Neva em Brooklyn
E as crianças perdidas
Invadiram as ruas
De uma cidade órfã
Podes dormir, Caroline.