Joey Allcorn — Don't You Call On Me letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Don't You Call On Me" de Joey Allcorn.
Letra
Don’t come dragging me down, through this cold hard town, cause I’m wild and
living free. I don’t want you here, shedding me tears, baby stay away from me.
Why
I’m doing fine, I got some piece of mind, why don’t you just leave me alone.
Now baby don’t you cry, when you say goodbye, when you called me on the
phone. Now don’t you call on me, in your misery, cause you turned me down
before. I don’t want you dear, shedding these tears, get away from my doo__r.
Now
it makes me go, about an hour or so, you made a sucker out of me. Now you feel a little down, to our crazy town, now baby don’t call on me.
Baby everything dies, and I’m tired of your lies, go on and hit the road.
And don’t
you come back, with your clothes in a sack, I’m looking for a home.
Now I told you
twice, that you rolled the dice, you’ll probably end up all a- lone.
And now look at yourself, you put my love on the shelf, and ended up on you own.
Don’t you follow
me, in your misery, cause you turned me down before. I don’t want you here,
shedding these tears, get away from my door. Now it makes me go, about an hour
or so, you made a sucker out of me. Now you feel a little down, to our crazy
town,
now baby don’t call on me.
Tradução da letra
Não me arrastes por esta cidade fria e dura, porque sou selvagem e ...
viver livre. Não te quero aqui, a derramar-me lágrimas, querida, Afasta-te de mim.
Porquê
Estou bem, tenho um pouco de mente, porque não me deixas em paz?
Querida, não chores, quando te despedires, quando me chamaste
telefone. Agora não me chames, na tua miséria, porque me recusaste.
antes. Não te quero querida, a derramar estas lágrimas, a afastar-te do meu Cocó.
Agora
faz-me ir, cerca de uma hora, fizeste-me passar por parvo. Agora sentes-te um pouco em baixo, para a nossa cidade maluca, agora querida, não me chames.
Querida, tudo morre, e estou farto das tuas mentiras, continua e faz-te à estrada.
E não
quando voltares, com as tuas roupas num saco, procuro um lar.
Agora já te disse.
duas vezes, que lançaste os dados, provavelmente vais acabar sozinho.
E agora olha para ti, pões o meu amor na prateleira, e acabas por ficar por tua conta.
Não percebes?
eu, na tua miséria, porque me recusaste antes. Não te quero aqui.,
derramando estas lágrimas, Afasta-te da minha porta. Agora faz-me ir, cerca de uma hora.
ou assim, fizeste-me de parvo. Agora sentes-te um pouco em baixo, para a nossa loucura
cidade,
querida, não me chames.