Joaquin Sabina — Vinagre Y Rosas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vinagre Y Rosas" de Joaquin Sabina.

Letra

Cuando aprendí a tragar fuego
el circo ya se había ido
de Albacete a Nueva York.
El elefante está ciego
el domador malherido
¿quién ha mentido, mi amor?
La canción que estoy cantando
empieza en otras canciones
y acaba en un hospital.
¿Por qué me sigo jugando
la vida a pares o nones
por fulanita de tal?
Cuando el flautista de hamelin
sacó un ratón de su bombín,
Polichinela se fugó con Arlequín.
Hay mariposas de arrabal
que nunca aprenden a volar,
vinagre y rosas,
a la hora de cenar.
La trapecista polaca
se encaprichó de un forzudo
caminito de Moscú.
Cambió mi oro por su alpaca,
maldita ley del embudo,
no valgo menos que tú.
El lanzador de cuchillos
por llevarse algo al bolsillo
trabaja de afilador.
El hombre bala se enfada,
su pólvora está empapada
de tanto decir adiós.
Cuando el flautista de hamelin
sacó un ratón de su bombín,
Polichinela se fugó con Arlequín.
Hay mariposas de arrabal
que nunca aprenden a volar,
vinagre y rosas,
a la hora de cenar.
(Gracias a Maro por esta letra)

Tradução da letra

Quando aprendi a engolir fogo
o circo já tinha desaparecido
de Albacete a Nova Iorque.
O elefante está cego
o domador ferido
quem mentiu, meu amor?
A canção que estou a cantar
comece em outras músicas
e acaba num hospital.
Porque é que ainda estou a brincar
a vida a pares ou nones
por fulanita de tal?
Quando o flautista de hamelin
tirou um rato do seu chapéu,
Polichinela fugiu com Arlequim.
Há borboletas de arrabal
que nunca aprendem a voar,
vinagre e rosas,
à hora do jantar.
A trapezista polaca
ele se apaixonou por um forzudo
Caminito de Moscovo.
Trocou o meu ouro pela sua alpaca,
maldita lei do funil,
não valho menos do que tu.
O lançador de facas
por levar algo para o bolso
trabalha como afiador.
O homem bala está furioso,
a pólvora está encharcada
de tanto dizer adeus.
Quando o flautista de hamelin
tirou um rato do seu chapéu,
Polichinela fugiu com Arlequim.
Há borboletas de arrabal
que nunca aprendem a voar,
vinagre e rosas,
à hora do jantar.
(Graças a Maro por esta letra)