Joaquin Sabina — Siete Crisantemos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Siete Crisantemos" de Joaquin Sabina.
Letra
Si alguna vez he dado más de lo que tengo
me han dado algunas veces más de lo que doy,
se me ha olvidado ya el lugar de donde vengo
y puede que no exista el sitio adonde voy.
A las buenas costumbres nunca me he acostumbrado,
del calor de la lumbre del hogar me aburrí,
también en el infierno llueve sobro mojado,
lo séporque he pasado más de una noche allí.
En busca de las siete llaves del misterio,
siete versos tristes en una canción,
siete crisantemos en el cementerio,
siete negros signos de interrogación.
En tiempos tan oscuros nacen falsos profetas
y mucha golondrinas huyen de la ciudad,
el asesino sabe más de amor que el poeta
y el cielo cada vez estámás lejos del mar.
Lo bueno de los años es curan heridas,
lo malo de los besos es que crean adición;
ayer quiso matarme la mujer de mi vida,
apretaba el gatillo… cuando se despertó.
Con siete espinas de la flor del adulterio
siete carreteras delante de mi siete crisantemos en el cementerio
siete veces no siete veces si Me enamoro de todo, me conformo con nada;
un aroma, un abrazo, un pedazo de pan
y lo que buenamente me den por la Balada
de la Vida Privada… de Fulano de Tal.
Siete crisantemos en el cementerio
siete despedidas en una estacion
siete crisantemos en un cementerio
siete cardenales en el corazón
Tradução da letra
Se alguma vez dei mais do que tenho
deram me algumas vezes mais do que eu dou,
esqueci me do sítio de onde venho
e talvez não exista o sítio para onde vou.
Aos bons costumes nunca me habituei,
do calor da luz do repouso eu fiquei aborrecido,
também no inferno chove sobbro molhado,
o séporque passei mais de uma noite lá.
Em busca das sete chaves do mistério,
sete versos tristes em uma canção,
sete crisântemos no cemitério,
sete pontos de interrogação pretos.
Em tempos tão sombrios nascem falsos profetas
e muitas andorinhas fogem da cidade,
o assassino sabe mais de amor do que o poeta
e o céu está cada vez mais longe do mar.
A coisa boa sobre os anos é curar feridas,
a coisa ruim sobre beijos é que eles criam adição;
ontem quis matar me a mulher da minha vida,
puxava o gatilho quando acordou.
Com sete espinhos da flor do adultério
sete estradas na frente do meu sete crisântemos no cemitério
sete vezes não sete vezes se eu me apaixonar por tudo, eu me contento com nada;
um aroma, um abraço, um pedaço de pão
e o que me derem pela Balada
da vida Privada Ful do Fulano de Tal.
Sete crisântemos no cemitério
sete despedidas numa estação
sete crisântemos em um cemitério
sete cardeais no coração