Joaquin Sabina — Ay Carmela letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ay Carmela" de Joaquin Sabina.
Letra
Ay Carmela, me duelen tus ojos
Sembrando rastrojos
Canela en la nieve
Como dos carabelas
Tan pintas, tan niñas, tan leves
Minifalda
Con bici a la espalda
Y nariz indiscreta
Poco más que decir
Urge sobrevivir
Te mereces un novio poeta
No me pidas que muera por tí
Lo que queda de mí
Se subasta a la mejor postora
Como un parco motín
En el barco ruín de la aurora
No me obligues a hacerte la ola
Sigue sola tu camino
Al fin y al cabo ni sé ni sabo
Cuánto nos cobra el destino
En los bares del foro
Rompías el guión
De una peli con final feliz
No había rubia en el coro
Más loro ni más Norma Jean
Y después de la feria y el cole
La histeria y el miedo;
Si te da por contar
Hombros donde llorar
Va a sobrarte una mano y seis dedos
No me canso de hablarte
Aunque pronto mi voz
Suene a grano de arroz repetido
Y desampararte es jugar
A los fuegos de azar del olvido
Nada amanece, todo envejece
Plancha tu velo de tul
Tal vez mañana a tu ventana
Llamé otro príncipe azul
Y no sé de qué modo
Dejar de adorarte sin duelo
Entre nunca y quién sabe
Cuando quemes tus naves
No me pierdas las llaves del cielo
Tradução da letra
Carmela, os teus olhos doem - me
Semeando restolho
Canela na neve
Como duas caravelas
Tão pintas, tão meninas, tão leves
Minissaia
Com bicicleta nas costas
E nariz indiscreto
Pouco mais a dizer
É urgente sobreviver
Mereces um namorado poeta
Não me Peças para morrer por ti
O que resta de mim
Está a leiloar a melhor licitante
Como um parco motim
No barco Ruin da aurora
Não me obrigues a fazer te a onda
Segue sozinha o teu caminho
Afinal nem sei nem sabo
Quanto o destino nos cobra
Nos bares do fórum
Quebraste o guião
De um filme com final feliz
Não havia loira no coro
Mais papagaio nem mais Norma Jean
E depois da Feira e do cole
Histeria e medo;
Se te der para contar
Ombros onde chorar
Vai sobrar uma mão e seis dedos
Não me canso de falar contigo
Embora em breve minha voz
Soe a grãos de arroz repetidos
E desamparar te é jogar
Aos fogos de azar do esquecimento
Nada amanhece, tudo envelhece
Ferro seu véu de tule
Talvez amanhã à tua janela
Chamei outro príncipe encantado
E não sei como
Pare de adorar você sem luto
Entre nunca e quem sabe
Quando queimares as tuas naves
Não me percas as chaves do céu