Joan Manuel Serrat — Menuda letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Menuda" de Joan Manuel Serrat.

Letra

Pensa en mi, menuda, pensa en mi
Quan les bruixes t’esgarrapin de matí
No et faré més tebi el fred
Ni més dolç el cafè amb llet
Però pensa en mi, menuda, pensa en mi
Pensa en mi quan no t’arribi el sou
O quan t’arrambin en el metro a quarts de nou
I porta’m brodat a la teva brusa
O pintat en el teu somriure, vermell
Gronxa’m, de les teves arracades
Volta’m amb els teus anells
I deixa’m venir amb tu, deixa’m venir
Deixa’m anar on vas, deixa-m'hi anar
Menuda, entre goig i pena
Abraçat contra el poema
Que llegeixes d’amagat
Badallarà mandrosa la ciutat
Quan marquis l’hora i obris
Les finestres del despatx
I t’espolsis els ocells
Que fan niu als teus cabells
Et diu el cor, que l’ocell engabiat mor
Ells em duen a les plomes somnis i batecs
Quan colpegen els meus vidres els seus becs
I em conten, la història blanca i menuda
Que entre quatre parets es marceix
Piulen que es mor la primavera
Quan no pot anar de passeig
Deixa’m venir amb tu, deixa’m venir
Deixa’m anar on vas, deixa-m'hi anar
Menuda i encén la cara
Pensa que tenim encara
El camí dels teus ocells
Per volar-lo tu i jo amb ells

Tradução da letra

Pensa em mim, pequeno, pensa em mim
Quando as bruxas tu esgarrapin de manhã
Não te tornarás mais quente no frio.
Chega de café doce com leite
Mas pensa em mim, pequeno, pensa em mim
Pensa em mim quando não alcançares o salário
Ou quando você arrambin no metro para o quarto de novo
E leva - me ao bordado na tua blusa
Ou pintado no teu sorriso, vermelho
Gronxa, dos teus brincos
Volta com os teus anéis
E deixa - me ir contigo, deixa-me ir
Deixa-me ir para onde fores, deixa-me ir
Um dia, entre alegria e tristeza
Abraçado contra o poema
Que lês às escondidas.
Badallarà cidade preguiçosa
Quando definir a hora e abrir
As janelas do Escritório
E tu espolis os pássaros
Fazem ninho no teu cabelo
Diz ao coração que o pássaro engabiat morre
Estes eu carreguei nas penas dos sonhos e batidas
Quando batem nos meus óculos os seus bicos
E eu disse, a história branca e pequena
Entre quatro paredes está o apetite dele sob controlo.
Piulen que ele morre na primavera
Quando não podes ir montar
Deixa - me ir contigo, deixa-me ir
Deixa-me ir para onde fores, deixa-me ir
Pequena e iluminar a cara
Pensa que ainda temos
O caminho dos teus pássaros
Para voá-lo tu e eu com eles