Joan Manuel Serrat — Maldito Blues letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Maldito Blues" de Joan Manuel Serrat.
Letra
Lo peor del cielo
Es que está tan lejos de aquí
Lo peor del suelo
Es que no acostumbra a mentir.
Corazón en celo
Desconsuelo sin pedigrí
Lo que pasa queda
Pasa, queda
Pasa, queda y vuelve a pasar
No para la rueda
del baile de nunca acabar
Brinca la moneda
La vida es un juego de azar.
Porque el mañana es una nana
Con ventanas al desvelo
Porque el presente maloliente
De inocente no tiene un pelo.
Maldito blues
Triste y azul
Maldito blues
Se queja un blues cansado y entrecano
Maldito blues
Rastrojo del penúltimo verano
Colecciono cromos de barcos piratas sin ley
Arrieritos somos de la Ruta 66.
Lo que das lo tomo
Déjame quitarte el jersey
Voy del coro al caño
El jardín del mal y del bien
Lejos del rebaño esperando el último tren
Cínico y huraño, adiós, que me vaya bien.
Porque el mañana es una nana
Con ventanas al subsuelo
Porque el presente deprimente
De inocente no tiene un pelo.
Triste y azul
Maldito blues
Maldito blues
Maldito blues
Me harté de vino,
sexo, droga y rythm and blues
corazón canino,
desatinos de juventud.
Muera mi destino
de fiambre ataúd
Triste y azul
Porque el mañana es una nana
Se queja un blues
Maldito blues
Triste y azul
Rastrojo del penúltimo verano.
Perseguí quimeras por la acera del desamor
Ya no es primavera
Qué temprano se pone el sol
No tengo banderas
La que tuve se destiñó.
Tradução da letra
O pior do céu
É que está tão longe daqui
O pior do chão
Não costuma mentir.
Coração no cio
Desconsolo sem pedigree
O que acontece permanece
Entra, fica
Entra, fica e volta a passar
Não para a roda
do baile do nunca acabar
Salta a moeda
A vida é um jogo de azar.
Porque o amanhã é uma ama
Com janelas ao desvelo
Porque o presente fedorento
Inocente não tem um cabelo.
Maldito blues
Triste e azul
Maldito blues
Ele reclama um blues cansado e entrecano
Maldito blues
Restolho do penúltimo verão
Eu coleciono cartões de navios piratas sem lei
Arrieritos somos da Rota 66.
O que você dá Eu aceito
Deixa me tirar te a camisola
Vou do coro ao cano
O jardim do mal e do bem
Longe do rebanho, esperando o último trem
Cínico e Furano, aDeus, que me vá bem.
Porque o amanhã é uma ama
Com janelas no subsolo
Porque o presente deprimente
Inocente não tem um cabelo.
Triste e azul
Maldito blues
Maldito blues
Maldito blues
Estou farto de vinho,
sexo, droga e rythm and blues
coração canino,
desatinos da Juventude.
Morra meu destino
de caixão fiambre
Triste e azul
Porque o amanhã é uma ama
Ele reclama um blues
Maldito blues
Triste e azul
Restolho do penúltimo verão.
Persegui quimeras pelo passeio do desamor
Já não é primavera
Que cedo se põe o sol
Não tenho bandeiras
A que eu tive desfez-se.