Joan Manuel Serrat — De Cuando Estuve Loco letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "De Cuando Estuve Loco" de Joan Manuel Serrat.

Letra

De cuando estuve loco aún conservo
el carné de majara en la cartera,
un plano detallado del infierno,
un cielo con pirañas y goteras,
un prontuario en la comisaría,
un frasco con pastillas de colores,
la carta con la que te despedías,
remedios varios contra el mal de amores.
Ahora voy rumbo al sur a sentar plaza
desdeñando otros puntos cardinales
y el Sol encarcelado en la terraza.
Voy rumbo al sur buscando
tus besos espirales.
Atrás dejo kilómetros de afueras,
aire por respirar, luces en rojo.
Hacia donde señalan tus pezones
voy a toda pastilla
dando gas a la moto.
De cuando estuve loco aún conservo
un par de gramos de delirio en rama,
por si atacan con su razón los cuerdos
y un viento fuerza seis de tramontana;
el vicio de escribir por las paredes
pareados de amor, y la manía
de buscarte entre todas las mujeres
que en horas bajas me hacen compañía.
Cuando rozo tus pétalos, nenúfar
que sobrevive en aguas estancadas
saltan chispas, los cables se me cruzan,
se me sube el mercurio
y me salta la alarma.
Mono de ti que me obliga a llevarte
en sobres rojos, liofilizada,
para tomarte cuando me apeteces
a sorbos cortos
donde duele la madrugada.
Te escribo desde un área de servicio
donde sólo me ofrecen gasolina.
Puedes llamarme a cobro revertido
desde la caracola de la esquina.
(Gracias a jontal7 por esta letra)

Tradução da letra

De quando estive louco ainda conservo
o cartão do majara na carteira,
um plano detalhado do inferno,
um céu com piranhas e goteiras,
um prontuário na esquadra,
um frasco com pastilhas coloridas,
a carta com a qual você se despedia,
vários remédios contra o mal de amores.
Agora vou para sul sentar Praça
desdenhando outros pontos cardeais
e o Sol preso no terraço.
Vou para sul à procura
os teus beijos Espirais.
Para trás deixo quilómetros de subúrbios,
ar para respirar, luzes vermelhas.
Para onde seus mamilos apontam
vou para todo o comprimido
a dar gás à Mota.
De quando estive louco ainda conservo
um par de gramas de delírio no ramo,
para o caso de Os sãos atacarem com razão
e um vento força seis de tramontana;
o vício de escrever pelas paredes
emparelhados de amor, e mania
de te procurar entre todas as mulheres
que em horas baixas me fazem companhia.
Quando eu roço suas pétalas, nenúfar
que sobrevive em águas estagnadas
faíscas Saltam, os fios se cruzam,
o mercúrio está a subir
e eu pulo o alarme.
Macaco de ti que me obriga a levar te
em envelopes vermelhos, liofilizados,
para te tomar quando me apetecer
a goles curtos
onde dói a madrugada.
Eu escrevo para você de uma área de serviço
onde só me oferecem gasolina.
Podes ligar me a cobrar
da concha da esquina.
(Graças a jontal7 por esta letra)