Joan Baez — Mercy Bound letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mercy Bound" de Joan Baez.

Letra

Late last night I awoke in a dream
To the sound of a voice that was almost a scream, oh, oh, oh From out of the city and out of the street
Out where the wind hits the cold concrete, oh, oh, oh It’s cold outside, darkness your enemy
No place to hide the voice said this to me In your doorways I have shivered
In your alleys I have gone to ground
But I will be delivered
Someday I will be mercy bound
I dreamed again it was west L.A.
On a crowded street on a hot summer day
She was alone, three months late and beginning to show
In a midriff blouse she would soon outgrow
She had no one to call and no way home
And in my mind, I knew I’d seen myself
But in our blindness, always seems like someone else
There I was a rag a bone
A remnant in your lost and found
I was for once truly alone
Longing to be mercy bound
And I knew that I would wander as child
In the forest till they found me And I called out to them but I could not penetrate
The silence all around me And when I wake I know you’ll comfort me Oh I won’t sleep again for an eternity
But some will never dream again
From sleeping on the ground
And the coming of the morning light
Will not see them mercy bound
Oh, please don’t stop your dreaming
Someday we’ll all be mercy bound, mercy bound

Tradução da letra

Ontem à noite acordei num sonho
Ao som de uma voz que era quase um grito, oh, oh, oh fora da cidade e fora da rua
Lá fora onde o vento atinge o cimento frio, oh, oh, oh está frio lá fora, escuridão o teu inimigo
Não há lugar para esconder a voz que me disse isto nas vossas entradas.
Em seus becos eu fui para o chão
Mas serei entregue
Um dia serei misericordioso
Sonhei outra vez que era o oeste de L. A.
Numa rua cheia num dia quente de Verão
Ela estava sozinha, três meses atrasada e começou a aparecer
Numa blusa de meia-Leca, ela em breve cresceria.
Ela não tinha ninguém para ligar nem para casa.
E na minha mente, eu sabia que me tinha visto
Mas na nossa cegueira, parece sempre outra pessoa.
Lá estava eu um trapo um osso
Um remanescente em seus perdidos e Achados
Eu estava por uma vez verdadeiramente só
Desejando ser ligado à misericórdia
E eu sabia que iria vaguear quando criança
Na floresta até que me encontraram e eu chamei por eles, mas eu não pude penetrar
O silêncio à minha volta e quando eu acordar sei que me vais confortar não vou dormir outra vez por uma eternidade
Mas alguns nunca mais sonharão
De dormir no chão
E a vinda da luz da manhã
Não os verá entregues à misericórdia.
Por favor, não pares de sonhar
Um dia seremos todos misericordiosos, misericordiosos