Joachim Witt — Neuland letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Neuland" de Joachim Witt.

Letra

Aus dem Schlaraffenland
Entführt und Geisteskrank
Führt mich ein klarer Geist
Der nun Entbehrung heisst
Nach Neuland ich schau
Auf Neuland ich bau
Da, schau her
Alles verdorben und verbraucht
Verwüstet bis zum letzen Strauch
Der stumpfen Gesellen Werk
Die den wahren Wert der Frucht
Den wahren Wert der Frucht
Nie erkannt haben
Nie erkennen werden!
Aus diesem Ã?berfluss
Den keiner haben muss
Entsteht des Geistes Bruch
Mit seiner ganzen Wucht
Nach Neuland ich schau
Auf Neuland ich bau
Ja, ja, so wiegt man sich in Sicherheit
So lange Zeit und lässt alles gescheh’n
Und richtet sich nur nach dem Nutzen
Egal, was es nach sich zieht!
Und bittet irgendwann Gott um Vergebung
Und neue Ideen! Ja, neue Ideem!
Doch ich fürchte,
Auch Gott wird es nicht richten
Du musst es richten!
Bald der Verzweiflung nah'
Irrt nun die Menschenschar
Blind um den Marterpfahl
Und sucht die Faust aus Stahl
In der Erinnerung
Lief diese Faust auf Grund
Ein um das andere Mal
Frisst uns die Schnecke kahl
Nach Neuland ich schau
Auf Neuland ich bau

Tradução da letra

Do Schlaraffenland
Raptado e doente mental
Um espírito claro guia-me
Que agora se chama privação
Para um território desconhecido Eu olho
Na nova terra que construo
Ali, Olha aqui.
Tudo estragado e consumido
Devastado até ao último arbusto
O trabalho maçador do jornaleiro
O verdadeiro valor do fruto
O verdadeiro valor do fruto
Nunca reconheceram
Nunca sejas reconhecido!
Disto?abundar
Que ninguém tem de ter
Surge da quebra do Espírito
Com todo o seu poder
Para um território desconhecido Eu olho
Na nova terra que construo
Sim, sim, é assim que te pesas em segurança.
Tanto tempo e deixar tudo acontecer
E depende apenas do benefício
Não importa o que isso implique!
E em algum momento pedir perdão a Deus
E novas ideias! Sim, Novo Ideem!
Mas temo,
Mesmo Deus não julgará
Tens de o arranjar!
Em breve, perto do desespero.
Err agora a multidão de pessoas
Cego à volta da estaca
E procura o punho de aço
Na memória
Correu com este punho até ao chão
Um por um
Come-nos o caracol careca
Para um território desconhecido Eu olho
Na nova terra que construo