Jere — Colgado por mi reloj letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Colgado por mi reloj" de Jere.

Letra

Mariposas que no vuelan porque se han dormido, sobre campos del quisci
Y este viento que no sopla mas que lo que digo, me hace acordarme de tí
Y en las calles me veras sentado en los bordillos, bebiendo calimartin,
pero no me pidas que me encuentre que no puedo, todo da vueltas aqui
Mariposas que no vuelan porque se han dormido, sobre campos del quisci
Y este viento que no sopla mas que lo que digo, me hace acordarme de tí
Y en las calles me veras sentado en los bordillos, bebiendo calimartin,
pero no me pidas que me encuentre que no puedo, todo da vueltas aqui
Y yo cojo el meneito que me da la tierra, doy vueltas como un reloj
No me asomo a la ventana que no es primavera y aun no me a salido el sol
Y aun no me a salido el sol porque. vengo de un adios, y tu tambien duermes y
salgo yo siempre. yei yeh colgado por mi reloj
Si en mi huerto planto flores que dan alegria no me culpen mas que a ti,
culpa al mundo que planta la pena to los dias y siempre me crece a mi.
Luego cojo el meneito que me da la tierra, doy vueltas como un reloj
No me asomo a la ventana que no es primavera y aun no me a salido el sol,
y aun no me a salido el sol porque. vengo de un adios, y tu tambien duermes y
salgo yo, siempre k a ti te cueste sonreir, puedes dormir. sobre ramas de
jazmin
Entre lo estrecho, la poca fuerza, las ganas que amenudo se me van,
se me hace tan dificil pasear. nou nohh
Que no me atrevo k tengo miedo me duele la cabeza y algo mas
Me ves aqui, pero estoy en. el bar, me ves aqui, pero estoy. en el bar
Entre lo estrecho, la poca fuerza, las ganas que amenudo se me van,
se me hace tan dificil pasear

Tradução da letra

Borboletas que não voam porque adormeceram, sobre campos do quisci
E este vento que não sopra mais que o que digo, faz-me lembrar de TI
E nas ruas verás-me sentado nos bordos, bebendo calimartin,
mas não me peça que me encontre que não posso, tudo gira aqui
Borboletas que não voam porque adormeceram, sobre campos do quisci
E este vento que não sopra mais que o que digo, faz-me lembrar de TI
E nas ruas verás-me sentado nos bordos, bebendo calimartin,
mas não me peça que me encontre que não posso, tudo gira aqui
E eu apanho o menininho que me dá a terra, dou voltas como um relógio
Não me apanho à janela que não é primavera e ainda não me saiu o sol
E ainda não me saiu o sol porque. venho de um adeus, E tu também dormes e
eu saio sempre. yei yeh pendurado por meu relógio
Se no meu jardim planto flores que dão alegria não me culpem mais que a ti,
culpa o mundo que planta a pena aos dias e sempre me cresce.
Então eu pego o menininho que me dá a terra, dou voltas como um relógio
Não me apanho à janela que não é primavera e ainda não me saiu o sol,
e ainda não me saiu o sol porque. venho de um adeus, E tu também dormes e
saio eu, sempre k a ti te custe sorrir, podes dormir. sobre ramos de
Jasmin
Entre o estreito, a pouca força, a vontade que frequente se me vão,
é tão difícil andar. nou nohh
Que não me atrevo K tenho medo dói me a cabeça e outra coisa
Você me vê aqui, mas eu estou em. o bar, vês-me aqui, mas estou. no bar
Entre o estreito, a pouca força, a vontade que frequente se me vão,
é tão difícil andar