Jean-Pierre Ferland — La mort du cerf d'Amérique letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La mort du cerf d'Amérique" de Jean-Pierre Ferland.

Letra

La forêt s’engourdit
Les feuilles bougent à peine
Ni cailles, ni perdrix
Le silence est obscène
C’est la vie qui s’en va, dis
Ou c’est la mort qui vient, dis
Le cerf ne l’a pas su
Quand le chasseur l’a vu
Et d’un seul coup
Le sang jaillit en mille faces
C’est le sang de sa race
Le cerf n’ira pas loin
Il n’ira pas plus loin
Que les bras de sa biche
Déjà le cri des chiens
Chicanent sur sa piste
Je vais m'étendre ici
Je ne me battrai point
Pour que ma chair soit tendre
Et n'être pas mort pour rien
On a posé ses bois
Sur un mur héroïque
Et gravé tout en bas
Dernier cerf d’Amérique

Tradução da letra

A floresta fica dormente
As folhas mal se mexem
Nem codornizes nem Perdizes
O silêncio é obsceno
É a vida que desaparece, diz
Ou é a morte que vem, diz
O veado não sabia
Quando o caçador o viu
E de uma só vez
O sangue jorrou em mil rostos
É o sangue da sua raça.
O veado não vai longe
Não irá mais longe
Que os braços da sua coelha
Já o Grito dos cães
Chicanent no seu caminho
Vou deitar-me aqui.
Não vou lutar.
Para a minha carne ser terna
E não estar morto por nada
Pusemos a nossa madeira.
Numa parede heróica
E gravado até ao fundo
Último veado da América