Jean-Pierre Danel — Apache - Original letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Apache - Original" de Jean-Pierre Danel.
Letra
El último rio este envenenado
Cuando
El último pez ya pez sea pescado
Cuando
El ultimo árbol se desplome será entonces cuando noten que el dinero no se come.
Extra extra la naturaleza nos invade, los periódicos lo dicen la gente lo sabe,
flor y fauna se organizaron, y arrojaron, contaminación letal al corazón de la
ciudades.
Muchos advirtieron lo que ninguno creyó, muchos comentaron lo que ninguno
escucho, que con máscaras de oxígeno del mar salieron miles de ballenas
disparando a quien les disparo ¡no!
Extra extra a la naturaleza enfurecieron, gritan las personas sale en todos los
noticieros, videos aficionaron captaron peleas, de humanos esclavos de perros
bravos que los rodean.
Prendas de piel de mujer en cuerpos de culebras, hombre apuñalado por toros que
no dan tregua, seres humanos maltratados, amentrados y ridiculizados,
en los actos de circo en la selva.
Solo Cuando
El último rio este envenenado
Cuando
El último pez ya pez sea pescado
Cuando
El ultimo árbol se desplome será entonces cuando noten que el dinero no se come.
Animales extinguidos por el ser humano, resucitan entre los muertos para
cobrarnos, años de inconciencia, sin clemencia, ni negligencia de parte de
seres que supuestamente piensan.
Y continuando con la información, siguen sin conseguir otro planeta en apta
condición, para invadir y destruir, acelerando así, la inevitable extinción.
Tradução da letra
O último rio está envenenado
Quando
O último peixe já peixe seja peixe
Quando
A última árvore a cair será quando perceberem que o dinheiro não é comido.
Extra extra a natureza invade - nos, os jornais dizem que as pessoas sabem disso,
flor e fauna foram organizadas, e jogou, poluição letal para o coração do
cidades.
Muitos advertiram o que nenhum acreditou, muitos comentaram o que nenhum
ouvi dizer que milhares de baleias saíram com máscaras de oxigénio do mar
a disparar contra quem os alvejou, não!
Extra extra para a natureza enfureceu, gritam as pessoas sai em todos os
noticiários, vídeos amadores capturaram lutas, de humanos escravos de cães
bravos que os rodeiam.
Vestuário de pele de mulher em corpos de culebras, homem esfaqueado por touros que
não dão tréguas, seres humanos maltratados, amentrados e ridicularizados,
em atos de circo na selva.
Só Quando
O último rio está envenenado
Quando
O último peixe já peixe seja peixe
Quando
A última árvore a cair será quando perceberem que o dinheiro não é comido.
Animais extintos pelo ser humano, ressuscitam entre os mortos para
cobrar-nos, anos de inconsciência, sem clemência, nem negligência por parte de
seres que supostamente pensam.
E continuando com a informação, eles continuam sem conseguir outro planeta em Apt
condição, para invadir e destruir, acelerando assim, a inevitável extinção.