Jean-Jacques Goldman — Il y a letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Il y a" de Jean-Jacques Goldman.

Letra

Il y a du thym, de la bruyère
Et des bois de pin, rien de bien malin.
Il y a des ruisseaux, des clairières
Pas de quoi en faire un plat de ce coin.
Il y a des odeurs de menthe
Et des cheminées, et des feux dedans.
Il y a des jours et des nuits lentes
Et l’histoire absente, banalement.
Et loin de tout, loin de moi, c’est là que tu te sens chez toi
De là que tu pars, où tu reviens chaque fois et où tout finira.
Il y a des enfants, des grand-mères
Une petite église et un grand café.
Il y a, au fond du cimetière
Des joies, des misères et du temps passé.
Il y a une petite école
Et des bancs de bois, tout comme autrefois.
Il y a des images qui collent
Au bout de tes doigts et ton cœur qui bat.
Et loin de tout, loin de moi, c’est là que tu te sens chez toi
De là que tu pars, où tu reviens chaque fois et où tout finira.
Et plus la terre est aride, et plus cet amour est grand
Comme un mineur à sa mine, un marin à son océan.
Plus la nature est ingrate, avide de sueur et de boue
Parce que l’on a tant besoin que l’on ait besoin de nous.
Elle porte les stigmates de leur peine et de leur sang
Comme une mère préfère un peu son plus fragile enfant.
Et loin de tout, loin de moi, c’est là que tu te sens chez toi
De là que tu pars, où tu reviens chaque fois et où tout finira.

Tradução da letra

Há tomilho, Heather.
E pine woods, nada muito inteligente.
Há riachos, Glades
Não há como fazer um prato por aqui.
Cheira a menta.
E chaminés, e fogo neles.
Há dias e noites lentos
E a história ausente, banal.
E longe de tudo, longe de mim, é onde te sentes em casa
A partir daí você vai, onde você volta sempre e onde tudo vai acabar.
Há crianças, avós.
Uma pequena igreja e um grande café.
Há, no fundo do cemitério
Alegrias, misérias e tempo gasto.
Há uma pequena escola
E bancos de madeira, como nos velhos tempos.
Há fotos que ficam
Ao teu alcance e ao teu coração a bater.
E longe de tudo, longe de mim, é onde te sentes em casa
A partir daí você vai, onde você volta sempre e onde tudo vai acabar.
E quanto mais árida a terra, e maior este amor
Como um mineiro na sua mina, um marinheiro no seu Oceano.
Quanto mais a natureza é ingrata, ansiosa por suor e lama
Porque precisamos de tanto que precisamos de nós.
Ela carrega o estigma da sua dor e sangue.
Como uma mãe prefere um pouco seu filho mais frágil.
E longe de tudo, longe de mim, é onde te sentes em casa
A partir daí você vai, onde você volta sempre e onde tudo vai acabar.