Jean Ferrat — Le Polonais letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Polonais" de Jean Ferrat.

Letra

Le polonais traînait encore son vieux chagrin
Il est venu s’asseoir, a demandé du vin
Et les deux mains posées sur la table de bois
Il a servi deux verres, et puis il a dit: «Bois»
Il a parlé longtemps à son chagrin têtu
En lui disant: «Va-t-en, tu vois, je n’en peux plus»
«Cette fois, c’est fini, je veux vivre sans toi»
«Vieux chagrin, je t’enterre pour la dernière fois»
C'étaient deux compagnons qui venaient de très loin
L’un dans l’autre habitant, se partageant le pain
Comme ces vieux chevaux qu’on attelle aux labours
Ils s'étaient rencontrés à la fin d’un amour
Dans le petit bistro, tout le monde attendait
Pour savoir celui qui, le premier, partirait
Mais quand l’homme est sorti, derrière lui, pas à pas
Son chagrin l’a suivi, comme les autres fois
Alors le polonais a sorti son couteau
Et à son vieux chagrin, il lui a fait la peau
Et puis il s’est couché, sans bien savoir pourquoi
Dans le lit sans mémoire d’une fille à soldats
Quand ont sonné midi à l’horloge d’en bas
Il est redescendu, sa veste sur le bras
Il a tourné au coin de la rue du Maroc
Et puis il a pleuré, tout seul, le long des docks

Tradução da letra

O polaco ainda arrastava a sua dor
Ele veio sentar-se, pediu vinho.
E ambas as mãos colocadas na mesa de madeira
Ele serviu dois copos e depois disse: "Bebe.»
Ele falou durante muito tempo para a sua dor teimosa
Dizendo: "Vai-te embora, não aguento mais . »
"Desta vez acabou, quero viver sem ti»
"Velha dor, eu enterro-te pela última vez»
Eram dois companheiros que vinham de longe
Um no outro habitante, partilhando pão
Como aqueles cavalos velhos que talA no arado
Conheceram - se no fim de um amor
No pequeno restaurante, toda a gente estava à espera.
Para saber quem, o primeiro, iria embora.
Mas quando o homem saiu, atrás dele, passo a passo
A sua dor seguiu-o, como as outras vezes.
Então o poste puxou da faca dele.
E para a sua velha dor, ele fez a sua pele
E depois foi para a cama, sem saber porquê.
Na cama sem memória de uma rapariga para os soldados
Quando é que o meio-dia tocou no relógio a partir de baixo
Ele desceu, com o casaco no braço.
Ele atirou na esquina de Marrocos.
E depois chorou, sozinho, ao longo das Docas.