Javier Ojeda — No Salgas del Pastel letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "No Salgas del Pastel" de Javier Ojeda.

Letra

No salgas todavía del pastel
Aún tengo muchas cosas que esconder
Bajamos tan deprisa el tobogán
Y no era una piscina, era un volcán
No salgas todavía del pastel
Aún tengo muchas cosas que esconder
Bajamos tan deprisa el tobogán
Y no era una piscina, era un volcán
Aunque nunca tengas la razón
Me obligas a perdir perdón
Cuando me aprieta el bañador
Me empujas a una doble vida
De aventuras submarinas
Duermes como un tiburón
Tu olor me hace sentir tan indefenso
Cuentas chistes tan molestos
Tu querer es muy intenso
Cien mil excusas al vuelo
¿Qué te has hecho hoy en el pelo
Que sólo me hace sufrir?
Aunque hables de amor vocacional
Bailas siempre en horizontal
Y tan deprisa que al final
Conseguirás ser invisible
Aquí no hay nadie imprescindible
No me vas a impresionar
Se aceptan risas enlatadas
La audiencia está emocionada
Si llegas de madrugada
Y los enanos del jardín
Siguen riéndose de ti
Sabrás que ha llegado el fin

Tradução da letra

Não saia ainda do bolo
Ainda tenho muitas coisas a esconder
Descemos tão depressa o escorrega
E não era uma piscina, era um vulcão
Não saia ainda do bolo
Ainda tenho muitas coisas a esconder
Descemos tão depressa o escorrega
E não era uma piscina, era um vulcão
Mesmo que nunca tenhas razão
Obrigas me a perder perdão
Quando me aperta o fato de banho
Estás a empurrar me para uma vida dupla
De aventuras subaquáticas
Dormes como um tubarão
O teu cheiro faz me sentir tão indefeso
Contas piadas tão irritantes
Seu querer é muito intenso
Cem mil desculpas para voar
O que fizeste hoje no cabelo
O que só me faz sofrer?
Mesmo que fales de amor vocacional
Danças sempre na horizontal
E tão rápido que no final
Vais ficar invisível
Aqui não há ninguém imprescindível
Não me vais impressionar
Risos enlatados são aceitos
O público está animado
Se chegares de madrugada
E os anões do jardim
Continuam a rir se de ti
Saberás que o fim chegou