Javier Krahe — En La Costa Suiza letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En La Costa Suiza" de Javier Krahe.

Letra

En un pueblo de allá por la costa suiza
-ohé, ohé-
Un viejo pescador
Borrachín, tranquilo, sin dar la paliza
A nadie de su alrededor
Pretendía vivir a su manera
Que era: salir a pescar
Y pescar boquerón, calamar
O alguna ballenita
-que también las da el mar-
Y después regresar
Con la frente marchita
Como dice el cantar
Que se suele volver
Y vender el pescado en la lonja
Boquerón, calamar
Una esponja
-que también las da el mar-
Y cobrar
Lo que hubiera ganado
Al vender el pescado
Y marcharse a gastar
Lo que hubiera cobrado
En comer
Y en comprar
Cuanto es menester
Poseer
E invitar a beber
Y beber hasta el anochecer
Y arrojar lo que hubiera sobrado
Del dinero cobrado
Arrojárselo al mar
Devolver
Devolverle el dinero
Y cada amanecer
Empezar desde cero
Pero muchos vecinos denunciáronle al pobre
-ohé, ohé-
Por contaminar
Que sus pocas monedas, sus «vertidos de
Cobre»
Ponían perdidito el mar
Y no pudo vivir a su manera
Que era: salir a pescar
Y pescar boquerón, calamar
O alguna ballenita
-que también las da el mar-
Y después regresar
Con la frente marchita
Como dice el cantar
Que se debe volver
Y vender el pescado en la lonja
Boquerón, calamar
Una esponja
-que también las da el mar-
Y cobrar
Lo que hubiera ganado
Al vender el pescado
Y marcharse a gastar
Lo que hubiera cobrado
En comer
Y en comprar
Cuanto es menester
Poseer
E invitar a beber
Y beber hasta el anochecer
Y arrojar lo que hubiera sobrado
Del dinero cobrado
Arrojárselo al mar
Devolver
Devolverle el dinero
Y cada amanecer
Empezar desde cero

Tradução da letra

Numa aldeia ao longo da costa Suíça
- oh, oh, oh-
Um velho pescador
Bêbado, calmo, sem bater
A ninguém ao seu redor
Pretendia viver à sua maneira
O que era: sair para pescar
E pescar biqueirão, Lula
Ou uma baleinha
- que também as dá o mar-
E depois voltar
Com a testa murcha
Como diz O cantar
Que se costuma voltar
E vender o peixe na lota
Biqueirão, Lula
Uma esponja
- que também as dá o mar-
E cobrar
O que teria ganho
Ao vender o peixe
E sair para gastar
O que teria cobrado
Em comer
E em comprar
Quanto é necessário
Possuir
E convidar para beber
E beber até o anoitecer
E jogar fora o que sobrou
Do dinheiro cobrado
Atirá lo ao mar
Devolver
Devolver lhe o dinheiro
E cada amanhecer
Começar do zero
Mas muitos vizinhos denunciaram o pobre coitado
- oh, oh, oh-
Por contaminar
Que suas poucas moedas, seus " derrames de
Cobre»
Eles perdiam o mar
E não podia viver à sua maneira
O que era: sair para pescar
E pescar biqueirão, Lula
Ou uma baleinha
- que também as dá o mar-
E depois voltar
Com a testa murcha
Como diz O cantar
Que se deve voltar
E vender o peixe na lota
Biqueirão, Lula
Uma esponja
- que também as dá o mar-
E cobrar
O que teria ganho
Ao vender o peixe
E sair para gastar
O que teria cobrado
Em comer
E em comprar
Quanto é necessário
Possuir
E convidar para beber
E beber até o anoitecer
E jogar fora o que sobrou
Do dinheiro cobrado
Atirá lo ao mar
Devolver
Devolver lhe o dinheiro
E cada amanhecer
Começar do zero