Java — Le Ramsès letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Ramsès" de Java.

Letra

La tête embrumée, j’avais pris la route, quand les nuits se gondolent
Des égouts sortait une fumée blanche d'écume
J’errai dans l’arrière cour de la mégalopole
Au milieu des usines, surplombant le bitume
Je faisais cracher mon moteur diesel pourri
Infestant un peu plus ce monde déjà à l’agonie
Lorsque soudain…
Ralentissant je fus attiré par une voix étrange, je discernai plus ou moins ce
cri de guerrier, en provenance des eaux troubles, qui braillait le dialecte des
bas-fonds urbains appelé le «Djarourk»
Happé par la musique, hypnotisé, je laissai dériver ma berline sur un terrain
vague
Lorsqu’un amas de vieilles carrosseries, vînt stopper net, ma divague !!!
Surpris, je garais au milieu du chaos mon sac à bipède en vrac, la voix du
guerrier se noyait dans les échos
Des épaves en tout genre jonchaient le sol boueux
Et je frayai le labyrinthe de ferraille, pour découvrir en plein milieu
Un vieux hangar en parpaing et ciment
Surmonté d’une enseigne lumineuse, où était inscrit en rouge sang:
«Le Ramsès «La musique, provenant de l’intérieur me guida
A l’entrée, deux molosses me fouillèrent de haut en bas
Dedans, une scène en losange tapissée d’un miroir
Dessus, une nymphe en string, faisait crisser ses talons en ivoire
Collées à des barres de fer, des créatures de la même trempe exultaient sur la
musique guerrière
Exhibant fièrement les portes de l’au-delà
Pendant que des mines patibulaires
A la pupille luisante, buvaient le spectacle, babas …
Dans ce paysage de chair, je fus attiré par l’une d’entre elles
Plus belle, que les nuées ardentes avaient élue déesse du soleil
Alors, j’allongeai quelques biftons pour calmer ces macaques
Et emportait mon trophée dans l’arrière boutique
Divans romains, lumière tamisée
Une forte odeur de sexe nous enivrait jusqu'à la nausée
Pris de folie, je me ruai dans ses jeux latins, possédé
Pour y cueillir les fruits mûrs, de la volupté

Tradução da letra

Cabeça enevoada, eu tinha tomado a estrada, quando as noites giravam
Dos esgotos saiu uma fumaça branca de espuma
Vagueei pelas traseiras da megalópole.
No meio das fábricas, com vista para o betume
Estava a cuspir o meu motor diesel podre.
Infestando um pouco mais este mundo já em agonia
Quando repentino…
Ao abrandar, sentia-me atraída por uma voz estranha, mais ou menos discernia o que
o grito do guerreiro, vindo das águas conturbadas, que ostentava o dialecto do
planícies urbanas chamadas de " Djarourk»
Apanhado pela música, hipnotizado, deixei o meu sedan à deriva num campo.
onda
Quando um monte de corpos velhos vem parar a rede, as minhas divagações !!!
Surpreendido, estacionei no meio do Caos o meu saco bípede a granel, a voz do
guerreiro afogado em ecos
Destroços de todos os tipos sujaram o chão lamacento
E eu criei o labirinto de sucata, para descobrir no meio
Um velho barracão em parpaing e cimento
Encimado por um sinal luminoso de vermelho vivo:
"Os Ramsés" a música, vinda de dentro guiou-me
Na entrada, dois molossos revistaram-me de cima a baixo.
Dentro, uma cena de diamantes revestida por um espelho
Em cima, uma ninfa de fio dental fez os seus saltos de marfim gritar
Presas a barras de ferro, criaturas da mesma estatura exultadas na
música guerreira
Orgulhosamente exibindo as portas da vida após a morte
Enquanto as minas patribulares
Na pupila brilhante, bebia o espectáculo, babas. …
Nesta paisagem de carne, sentia-me atraído por um deles.
Mais bonita do que as nuvens ardentes tinham escolhido a deusa do sol.
Estiquei uns bifes para acalmar os macacos.
E levou o meu troféu na loja das Traseiras.
Sofás Romanos, luz fraca
Um cheiro forte de sexo intoxicou-nos a náuseas.
Louco, encontrei os jogos latinos dele, possuído.
Para colher frutos maduros, prazer