James LaBrie — Venice Burning letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Venice Burning" de James LaBrie.
Letra
Sometimes life can be so damn cold
When the verdicts in
The streets were alive
The night falling down around
On the prowl again
Catlike moves
The pain betrays the smile
Delicate and sad
A rage of tears subsides
Reality fades into the mask
Then the hunger takes control
Once the hunted in for the kill
No one came, no one saw
On the night that Venice Burned
Tortured souls, they set the sky alight
And don’t ever say a word
Familiar hands fanned the flames
That would burn baptismal tears
Where to go it’s all come down
Only silence
Venice Burned
Only silence
Venice Burned
In the shadows
In the face of trust
In a piercing blow
Spills the soul of an innocent heart
No one came, no one saw
On the night that Venice Burned
Embers glow and eyes soon fade
And the circle starts again
So set them up, knock them down
As the smoke begins to rise
Where to go, it’s all come down
Only silence
Venice burned
Only silence
Venice burned
Darkened room
Late at night
I slip in nice and quiet
I feel the cold
Dark secrets here unfold
Where that cat digs it’s claws
At the alter of scars
I taste the cold
The shrine of a twisted soul
Lost my will when I saw
Vengeance on the wall
No one came, no one saw
On the night that Venice Burned
Innocence reduced to filth
That can never wasy away
So stoke the flames
Bare the flesh
Let the branding leave it’s mark
The spark of youth
Engulfed and smothered out
Only ashes
Venice Burned
Only ashes
Venice Burned
I must I’ve got to hold
I’m holding on
Watching Venice Burning
Watching Venice Burning
Watching Venice Burning
Watching Venice Burning
Tradução da letra
Às vezes a vida pode ser tão fria
Quando os veredictos
As ruas estavam vivas.
A noite a cair
À espreita outra vez
Movimentos tipo gato
A dor trai o sorriso
Delicado e triste
Uma raiva de lágrimas desaparece
A realidade desvanece - se na máscara
Depois a fome assume o controlo.
Uma vez que a presa para matar
Ninguém veio, ninguém viu
Na noite em que Veneza ardeu
Almas torturadas, acendem o céu
E Nunca digas uma palavra
As mãos familiares atiravam as chamas
Que queimaria lágrimas batismais
Para onde ir tudo desce
Apenas silêncio
Veneza Queimada
Apenas silêncio
Veneza Queimada
Nas sombras
Perante a confiança
Num golpe piercing
Derrama a alma de um coração inocente
Ninguém veio, ninguém viu
Na noite em que Veneza ardeu
As brasas brilham e os olhos logo se desvanecem
E o círculo começa de novo
Então prepara-os, derruba-os
À medida que a fumaça começa a subir
Para onde ir, tudo desce
Apenas silêncio
Veneza queimada
Apenas silêncio
Veneza queimada
Quarto escurecido
Tarde da noite
Eu escorrego bem e em silêncio
Sinto o frio
Segredos obscuros aqui se desdobram
Onde o gato cava são garras.
Na alteridade das cicatrizes
Sinto o frio
O Santuário de uma alma retorcida
Perdi a minha vontade quando vi
Vingança na parede
Ninguém veio, ninguém viu
Na noite em que Veneza ardeu
Inocência reduzida à imundície
Isso nunca pode desaparecer
Então acendam as chamas
Mostrar a carne
Deixa a marca sair é o mark
A centelha da Juventude
Engolido e sufocado
Apenas cinzas
Veneza Queimada
Apenas cinzas
Veneza Queimada
Tenho de aguentar
Estou a segurar-me
Ver Veneza A Arder
Ver Veneza A Arder
Ver Veneza A Arder
Ver Veneza A Arder