Jacques Higelin — L'amour Sans Savoir Ce Que C'est letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "L'amour Sans Savoir Ce Que C'est" de Jacques Higelin.

Letra

Y’a eu un tremblement de terre,
Un champignon, la guerre,
Un éclair blanc,
Et je n’sais plus pourquoi,
Je me retrouve sur cette route,
Les cheveux balayés, par le vent,
A siffloter comme un enfant,
Qui vient d’ailleurs,
Qui n’va nulle part,
Et qui attend,à tout hasard,
N’importe qui, n’importe quoi
Dieu seul sait qui, le diable sait quoi,
Mais ils ne l’diront pas.
Pourtant si rien n’arrive,
Et si personne ne vient,
Va bien falloir continuer son chemin sans l’aide de rien, ni de personne.
Car baby, je ne suis qu’une de six milliards de bouches,
Ouverte à en crever,
Une de six milliards de bouches,
Ouverte à en crever, sur le désespoir, la peur du noir,
Je peux te saisir, et t’anéantir,
Au coin d’un boulevard, déserteur, trop tard,
Où tu sais même pas c’qui peut t’tomber sur le coin d’la gueule,
Un car de flics, un coup de rasoir, «Schlak», et
Où le clin d’oeil d’une pute,
Qui remonte son trottoir,
Et raler, seul, ce soir,
Ouais, tout seul,
Et c’est pas parc’que tu vas me refiler 5 minutes de ton cul,
Contre un verre d’alcool, un paquet d’dollars et quelques flippers,
Que tu m’f’ras oublier,
Que je n’suis qu’une de six milliards de bouches,
Ouverte à en crever,
Une de six milliards de bouches, baby,
Ouverte à en crever, sur le désespoir, le désespoir, la peur du noir.
La liberté, de choisir, l'étendard,
De tes futures désillusions,
Le temps de crever avec,
Et de te sentir vraiment tout con,
Devant, le regard innocent,
D’un enfant, qui se réveille,
Et qui dans un sourire, te fait, l’amour,
L’amour, sans même savoir, ce que c’est,
(bis) choeurs
(ter)

Tradução da letra

Houve um terramoto.,
Um cogumelo, guerra,
Um flash branco,
E já não sei porquê.,
Encontro-me nesta estrada,
Cabelo varrido pelo vento,
Assobiando como uma criança,
Que vem de outro lugar,
Que não vai a lado nenhum,
E à espera, por acaso,
Qualquer um, qualquer coisa
Só Deus sabe quem, o diabo sabe o quê,
Mas eles não dizem.
No entanto, se nada acontecer,
E se ninguém vier,
Será necessário continuar o seu caminho sem a ajuda de nada ou de ninguém.
Porque querida, sou apenas uma de seis biliões de Bocas,
Aberto à morte,
Uma de seis biliões de Bocas.,
Aberto à morte, ao desespero, ao medo da escuridão,
Posso agarrar - te e destruir-te.,
Canto de um boulevard, desertor, tarde demais,
Onde nem sabes o que pode cair no canto da tua boca,
Um autocarro da polícia, uma navalha," Schlak", e
Onde a piscadela de uma prostituta,
Que sobe pelo passeio,
E raler, sozinho, esta noite,
Sim, completamente sozinho.,
E não me vais dar 5 minutos do teu rabo.,
Por um copo de álcool, um pacote de dólares e algumas máquinas de pinball,
Que me vais fazer esquecer,
Que sou apenas uma de seis biliões de Bocas,
Aberto à morte,
Uma de seis bilhões de Bocas, baby,
Aberto à morte, ao desespero, ao desespero, ao medo da escuridão.
Liberdade, de escolher, a bandeira,
Das suas desilusões futuras,
Hora de morrer com,
E sentir-me mesmo estúpido,
À frente, o olhar inocente,
De uma criança, que acorda,
E quem num sorriso te faz amor,
Amor, sem sequer saber, o que é,
(bis) coros
(ter)