Jacques Douai — Mon Sombre Amour letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mon Sombre Amour" de Jacques Douai.

Letra

Mon sombre amour d’orange amère,
Ma chanson d'écluse et de vent,
Mon quartier d’ombre, où vient rêvant
Mourir la mer.
Mon doux mois d’août, dont le ciel pleut,
Des étoiles sur les monts calmes,
Ma songerie aux murs de palme,
Où l’air est bleu.
Mes bras d’or, mes faibles merveilles,
Renaissent ma soif et ma faim.
Collier, collier des soirs sans fin,
Où le cœur veille.
Dire que je puis disparaître,
Sans t’avoir tressé tous les joncs,
Dispersé l’essaim des pigeons
À ta fenêtre.
Est-ce qu’on sait ce qui se passe…
C’est peut-être bien ce tantôt,
Que l’on jettera le manteau,
Dessus ma face.
Et tout ce langage perdu,
Ce trésor dans la fondrière,
Mon cri recouvert de prières,
Mon champ vendu.
Coupez ma gorge et pivoines.
Vite, apportez mon vin, mon sang,
Pour lui plaire comme en passant,
Font les avoines.
Il me reste si peu de temps,
Pour aller au bout de moi-même,
Et pour crier: Dieu, que je t’aime,
Tant !

Tradução da letra

Meu amor laranja escuro e amargo,
A minha canção de lock and wind,
O meu bairro das sombras, onde vem o sonho
Morre o mar.
Meu doce agosto, cujo céu está chovendo,
Estrelas nas montanhas tranquilas,
A minha casa de sonho com palmeiras,
Onde o ar é azul.
Os meus braços dourados, as minhas maravilhas fracas,
A minha sede e fome renasceram.
Colar, Colar de noites sem fim,
Onde o coração observa.
Diz que posso desaparecer,
Sem te travar todas as rushes,
Enxame disperso de pombos
À tua janela.
Sabemos o que se passa?…
Talvez seja desta vez.,
Que vamos atirar o casaco,
Sobre a minha cara.
E toda essa linguagem perdida,
Este tesouro no caldeirão,
O meu grito coberto de orações,
O meu campo foi vendido.
Corta-me a garganta e as peónias.
Rápido, traz o meu vinho, o meu sangue,
Para agradá-lo como se Já agora,
Estão a praguejar.
Tenho tão pouco tempo,
Para ir até ao fim de mim,
E gritar: Deus, que te amo,
Tanto !